Yeshua/Jesus não é Mashiach (Messias)

Maguén David - Estrela Macrocósmica que representa a Lei 

A Ordem Teocrática na Terra 

A Ordem Mística de Melki-Tsedek 

 

Bandeira de Medinat Israel (Estado de Israel)

Se vê ao centro a Maguen David

HaTikva (A Esperança), é o Hino Nacional.

 

Brasão de Israel

É o princípio da Restauração

Tempo de chegar HaMashiach.

 

É JESUS O MESSIAS (MASHIACH)

PROFETIZADO PELOS ANTIGOS

PROFETAS DE ISRAEL?

Ani maamin beemuna shelema beviat hamashíach, veaf al pi

sheyitmamecha, im col ze achake lo bechol iom sheiavo.

Eu creio com fé completa na vinda do Messias, e

apesar dele tardar em vir, contudo esperá-lo-ei

em cada dia.

Em Devarim (Deuteronômio) 17:14-15 está dito: "Poderás, certamente, pôr sobre ti o Rei". Aqui é uma Mitzvá, e Rabí Moshê ben Maimônides diz em seu Mishnê Torah: "Por este preceito somos ordenados a nomear um rei sobre nós, um Israelita, que unirá toda a nossa nação e será nosso líder". É um preceito ordenado pelo Eterno, enaltecido seja Ele. Diz mais o Rambam, citando textualmente as palavras do Sifrei: "Três preceitos foram impostos aos Israelitas para quando eles chegassem à Terra de Israel: nomear um Rei para si mesmos, construir o Santuário, e aniquilar os descendentes de Amalek". Portanto, o estabelecimento de HaMashiach é Mandamento da Torah (é uma Mitzvá).

E eu acho também muito bela a Profecia de Bilam, em Bamidbar (Números) 23:21 e 24:7 sobre a futura Glória do Rei de Israel na Era Messiânica, que o Eterno, Bendito Seja, permita que seja logo e em nossos dias.

Uma certa pessoa, oriunda do cristianismo, que esteve estudando superficialmente o Judaísmo, disse não acreditar mais na vinda do Mashiach, porque

não consta na Torah nada sobre ele, só nos Profetas, mas, como vimos acima, não só fala sobre ele na Torah, como é MANDAMENTO.

Continuando com a citação de Moshê Maimônides, o Rambam, na sua obra magistral, o Mishné Torá: "Todo aquele que não acredita nele (o Rei-Messias) ou que não espera pela sua vinda, não renega apenas os profetas os outros profetas da Torá, mas a própria Torá e Moshé Rabênu, pois a Torá garantiu a sua vinda, como está escrito: '...Então o Senhor teu D'us mudará tua sorte para melhor e se compadecerá de ti... e te reunirá de entre os povos nos quais te havia dispersado' (Devarim [Deuteronômio] 30:3-5). Estas palavras explícitas da Torá já incluem tudo o que foi dito pelos profetas. Na própria parashá de Bilam (Bamidbar [Números] 24:17, 18) consta uma profecia sobre os dois Messias, referindo-se ao primeiro, o rei David, que salvou o povo judeu de seus opressores, e ao último Messias, que será seu descendente e redimirá o povo judeu no final: 'Eu o vejo - mas não agora' (refere-se ao rei David); 'eu o contemplo - mas não de perto' (refere-se ao Rei-Messias); 'uma estrela procedente de Jacó' (este é David); 'um cetro erguer-se-á de Israel' (o Rei-Messias); 'e esmaga as cabeças de Moabe': trata-se de David, como está escrito: 'Ele venceu os moabitas e os mediu com cordel' (II Shmuel 8:2); 'e dominará todos os filhos de Set'; - trata-se do Rei-Messias, sobre quem está escrito: 'O seu domínio irá de mar a mar' (Zechariah [Zacarias] 9:10)." É parte da Lei dos Reis de Israel, constante do Livro do Juízes, 14° vol. de Mishné Torá, de Maimônides.

Continua o Rambam: "Não penses que o Rei-Messias precisa fazer sinais e maravilhas, criar algo novo, ressuscitar os mortos ou realizar algum ato do gênero". (Ídem).

"Se ele fizer tudo, for bem sucedido e construir o Beit HaMikdash no seu devido lugar, reunindo o povo judeu, será o Messias com certeza, e restabelecerá o mundo todo fazendo todos servirem a D'us, juntos, como está escrito: 'Então, darei aos povos lábios puros, para que todos possam invocar o nome do Eterno e serví-Lo sob o mesmo jugo' (Sof. 3:9)." (Ibidem).

Considerando que vivemos em meio à pseudo-civilização Ocidental cristã, que acredita e impõe pela força a aceitação de um "tal homem" como messias deificado, apresento a seguir um estudo suscinto, baseado nas Profecias das Escrituras, sobre o "dito cujo". Leia pois com muita atenção e compreenda que é pura idolatria.

Desejo iniciar esta Matéria sobre HaMashíach (O Messias), afirmando que o Mashíach de Israel não é o Cristo dos Cristãos, e o Cristo dos Cristãos não é, definitivamente o Mashíach dos Judeus. O Cristo dos Cristãos é verdadeiramente Anti-Mashíach. E o Mashíach dos Israelitas é verdadeiramente Anti-Cristo. Todo Xamã indígena em todas as tribos de povos nativos do planeta espera um Rei que virá, no devido tempo estabelecido pela Lei Cósmica, a fim de estabelecer a justiça no mundo. Todo Budista espera um Rei que virá cristalizar o Nirvana na terra; os Lamas Tibetanos o chamam de Maytréya. Os Muçulmanos o esperam como Iman Mahdi. Para os Aztecas e Mayas é Quetzalcoatl. Para os Incas, Ashaninkas, Quichuas e Aymarás é Wiracocha. Enfim, todos os povos e nações esperam uma Era de Ouro, um Eldorado, uma Nova Era. Todo Judeu (Yehudí), tanto em Eretz Ysrael (Terra de Israel), como na Galut (Diaspóra), entre todas as nações do planeta, desde tempos imemoriais, esperam ansiosamente um Rei “descendente legítimo do Rei David” (ver Yermiyahu (Jeremias) 33:15) para estabelecer a Justiça no País e em todas as nações. Este Rei Justo é chamado nas Escrituras de HAMASHÍACH (O MESSIAS).Em Yishayahu (Isaías) 11:1 está dito: “Uma vara sairá do Tronco deYishay (Jessé) pai de David. E uma flor brotará da sua raiz”. Dessa estirpe genealógica virá o Rei HaMashícah, como descendente legítimo do Rei David. Em Chagay (Ageu) 2:7 está dito: que o HaMashíach (O Messias) é "desejado de todas as nações". Em Yiechezkel (Ezequiel) 34:23-24 está uma profecia messiânica deveras interessante, onde se considera como se o próprio David (David Melech) estará reinando como Príncipe de Israel no Reino Messiânico.Em Yiermeyahu (Jeremias) 23:5 está dito: “Dias virão, oráculo do Eterno, em que eu suscitarei a David um rebento legítimo: Um Rei reina com competência, defende o direito e a justiça na terra”. Veja bem caro leitor, que a profecia é muito clara e fácil de entender ao afirmar que HaMashíach (O Messias) é descendente LEGÍTIMO DO REI DAVID, filho biológico, geneticamente da árvore genealógica legítima do Rei David, não havendo a mais remota possibilidade de se enxertar nesta genealogia um filho adotivo ou bastardo, ou filho de algum "espírito". Ainda no mesmo livro do Profeta Yiermeyahu (Jeremias) 33:15 diz: “Naquele tempo, exatamente naquele momento, farei brotar para David um rebento legítimo que defenderá o direito e a justiça no país”. Não há o que discutir na evidência da profecia.Em II Shmuel (Samuel) 7:11-17, encontramos o juramento do Eterno a David: “...Eu te darei repouso, afastando todos os teus inimigos. E o Eterno te anuncia: O Eterno te fará uma casa, quando teus dias estiverem completos e repousares com os teus pais, elevarei tua descendência depois de ti, um descendente gerado por ti mesmo, e estabelecerei firmemente sua realeza. Será ele que construirá uma Casa para Meu Nome, e eu estabelecerei para sempre Seu Trono Real. Eu serei para ele um pai, e ele será para mim um filho, e se cometer alguma falta, eu o corrigirei, servindo-me de homens como bastão e de humanos para nele bater. Mas minha fidelidade não se afastará dele, como a retirei de Shaul, a quem afastei de diante de ti. Tua Casa e Tua Realeza serão para sempre estáveis diante de ti, e teu trono, confirmado para sempre. Foi conforme todas estas palavras e conforme toda esta visão que Natan falou a David”. Portanto caro leitor, mais uma profecia sobre um descendente biologicamente legítimo do Rei David. Confira ainda o leitor esta profecia em Divrey Hayamim Álef (I Crônicas) 17:11-15. Tehilim (Salmos) 89:29-37. Neste Salmo se encontra dito que o juramento do Eterno sobre o Trono de David é garantido para os seus descendentes para sempre, ou seja, para a eternidade. Está indiscutivelmente claro que HaMashíach (O Messias) deverá ser filho biológico e legítimo, da descendência de David. Faço agora uma pergunta para o leitor sincero responder em seu próprio coração, e depois refletir: - Quem é aquele que os pregadores do cristianismo apresenta como deus-messias acusando e perseguindo cruelmente os Yehudim (Judeus) de rejeitá-lo? Não está ainda claro que é um impostor bastardo? - Se não está ainda claro e evidente, saiba o leitor que ainda temos muita munição, chumbo grosso, sobre este assunto. Aprendemos pelas profecias apresentadas acima que o Verdadeiro Mashíach (Messias), indubitávelmente tem uma genealogia que o torna herdeiro legítimo da genética e do trono do Rei David. Vamos então investigar a vã tentativa dos autores dos livros de Mateus e Lucas, de convencer aos Yehudim (Judeus) e ao mundo, de que Jesus era filho de uma genealogia que o fazia herdeiro do Trono de David. O autor do livro de Mateus com seu fraudulento amontado e amontoado de dados genealógicos apresentados em seu livro no Capítulo 1:1-16, se revela uma vergonhosa decepção ao ser defrontada com a genealogia apresentada em Lucas 3:23-38. Nos deparamos aqui com um verdadeiro abismo de confusão! Afinal de contas, quem era o avô de Jesus? O pai de José? Mateus diz que era Jacó (ver Mateus 1:16) e Lucas por outro lado afirma que era Eli (ver Lucas 3:23). Afinal, quem disse a verdade, Mateus ou Lucas? Segundo o livro de Mateus 1:12-13, Salatiel, pai de Zorobabel, era filho do Rei Jeconias; o filho de Zorobabel é Abiúde. Lucas discorda e diz (capítulo 3:27) que Salatiel, pai de Zorobabel era filho de Neri; o filho de Zorobabel é Resa.

Quem falou a verdade, Mateus ou Lucas? O Zorobabel de Mateus vem de uma linhagem de reis que descendem do Rei Salomão; por outro lado, a posteridade de Zarobabel vai dar em José, Pai de Jesus. José Filho de Jacó, da linhagem Real de Salomão (Capítulo 1:16). 

Agora, temos aqui, na genealogia segundo Mateus, um problema sério, segundo o qual Jesus é total e absolutamente reprovado para ser o Messias, vejamos: o versículo 17 divide ao meio a linhagem de David até Jesus. Temos quatorze gerações antes da deportação para Babilônia; e quatorze gerações após a deportação para Babilônia; portanto, vinte e oito gerações ao todo, de David a Jesus. O marco divisor das vinte e oito gerações é o Rei Jeconias, que reinava na época da deportação para a Babilônia (versículos 11 e 12). Em outras palavras então, temos quatorze gerações de David a Jeconias e quatorze gerações de Jeconias a Jesus. Agora vamos ao "xis" da questão: Em Yirmeyahu (Jeremias) 22:24-30, está dito que o Eterno amaldiçoou a Jeconias para que nenhum dos seus descendentes venha jamais se assentar sobre o Trono de David. Esta maldição desqualifica Jesus para ser o Messias. Ele vem, segundo a genealogia de Mateus, de uma linhagem maldita. O verdadeiro HaMashíach (O Messias) tem que ser descendente legítimo do Rei David, porém de forma alguma numa árvore genealógica que contenha a descendência de Jeconias na linhagem. Pode ser, talvez, descendente de um irmão de Jeconias, o Eterno sabe como fará a profecia se cumprir, mas o fato é que HaMashíach (O Messias) não será descendente de um filho de Jeconias. 

Agora vamos analisar a genealogia segundo Lucas. O Zorobabel de Lucas NÃO DESCENDE DE LINHAGEM REAL; deve ser outro Zorobabel, descendente de Natã (Lucas 3:31), filho de David e irmão de Salomão. Natã não era rei, pois o Rei, filho de David era Salomão. O interessante e cômico aqui é que a posteridade deste Zorobabel de Lucas vai dar em José, Pai de Jesus. José filho de Eli (Lucas 3:23), descendente de Natã, irmão do Rei Salomão. 

Temos aqui outro problema sério: A profecia diz claro que HaMashíach (O Messias) deve ser descendente do Rei Salomão (e nós encontramos estas profecias em Melachim Álef (I Reis) 9:4-5: Divrey Hayamim Álef (ICrônicas) 22:9. Divrey Hayamim Beit (II Crônicas 7:18), conclusão óbvia: O JESUS DE LUCAS NÃO É DE DESCENDÊNCIA REAL e portanto, está desqualificado para ser o Mashíach (Messias). 

Como já disse antes, esta questão das genealogias de Jesus é uma vergonhosa fraude, como o é o Novo Testamento como um todo, e isto demonstrarei em outras Páginas de meu Site. Uma montagem arquitetada por Roma, a Mãe das Nações que formam a pseudo Civilização Ocidental. Ironicamente, o próprio Novo Testamento rotula Roma como “a Mãe das Prostitutas” (Apocalipse 17:1-18). Roma, embriagada com o sangue dos santos e dos próprios filhos e filhas. Veja bem, para que fique bem esclarecido e ninguém me acuse de caluniador gratuito: não sou eu que interpreto este texto do Apocalipse, aplicado para Roma. Quando me refiro a Roma, é a Roma de ontem, a Roma de hoje, a Roma pré-cristã, a Roma dos Césares e a Roma dos Papas. A interpretação do Apocalipse 17 para Roma, é a própria Roma que faz, vindo a público e, através de documento público, confessando que é a “Grande Meretriz”, a “Mãe das Prostitutas e das Abominações da terra” (versículo 5), e está assentada sobre sete montes (versículo 9) e a própria Roma cristã interpreta como as sete colinas de Roma, sobre um dos quais se assenta o Vaticano. Esta interpretação se encontra na nota de roda-pé alusiva a este mesmo versículo, na Bíblia TEB (Tradução Ecumênica) publicada pela Edições Loyola. 

Voltando ao tema das genealogias de Jesus, quero dizer que este assunto vergonhoso já era tema de desgastantes e constrangedoras polêmicas desde os tempos do cristianismo antigo. Tanto é que Paulo exortou a Timóteo a não se preocupar em discussões sobre genealogias, pois o assunto só favorece as contendas ( I Timóteo 1:4). Paulo, na verdade, bom político que era, precursor da Roma Cristã, preferiu adotar a política de passar panos molhados por cima da fervura: “Não mexe com este assunto não, é um assunto difícil que só serve para gerar discussões intermináveis”. Se Paulo achou que as discussões sobre o assunto são intermináveis, eu porém digo que não, pois estou pondo fim nestas discussões provando que tudo é uma fraude. Tudo o que foi exposto acima mostrou que, baseado nestas genealogias, Jesus está totalmente desqualificado para ser HaMashíach (O Messias). 

Resta no entanto, um outro aspecto deste assunto que considero da maior importância e passo discuti-lo: as genealogias de Mateus e de Lucas foram montadas com a única finalidade de tentar provar que Jesus é filho da descendência de David. 

No capítulo 1 de Mateus, do versículo 1 até o versículo 17 apresenta a genealogia de Jesus, mas, do versículo 18 em diante aparece uma mudança drástica que põe por terra todo o amontoado de informes da genealogia. Agora o texto passa a relatar e tenta inculcar na mente das pessoas que Jesus nasceu de uma virgem. Nasceu só de Maria e não era filho biológico de José. Então, Jesus não é filho da dita cuja genealogia, uma vez que a mesma mostra a ancestralidade de José. Se Jesus é filho só de Maria, porque cargas d’água foi montada esta genealogia e colocada ali? Sendo José apenas seu pai adotivo, diante da Toráh (Lei Judaica), Jesus fica numa situação difícil, pois nem sequer poderia ser aceito na Congregação de Israel, por ser um bastardo; nem tinha tribo em Yisrael. Fazê-lo Rei para sentar no Trono de David é uma coisa totalmente fora de cogitação. Veja Devarim (Deuteronômio) 23:2. A doutrina do nascimento virginal de Jesus consiste na mais grosseira de todas as invencionices do dito cujo Novo Testamento. Daí proveio a Mariolatria. Hoje em dia se vê adesivos colados nos pára-brisas dos automóveis dizendo: "Tudo por Jesus, Nada sem Maria”, Um disparate em cima de outro. Obra prima de Roma, esta doutrina, a virgindade de Maria, pinta o Eterno como Criador equivocado ao criar os seres vivos com a faculdade de procriação e geração de filhos através do sexo. Tomás de Aquino, considerado pelos teólogos como “doutor da igreja”, diz: “Deus deveria ter encontrado uma maneira menos imunda para a procriação”.

Sagrada Torah

Na Torah, em Bereshit (Gênesis) 1:28, está escrito: “Deus disse: Sede fecundos e prolíficos, enchei a terra...”. Esta é a primeira de todas as Mitzvot (mandamentos), que com a espúria doutrina cristã de que Maria era virgem antes do parto e continuou virgem depois do parto, desvirtua a santidade do sexo, transformando-o em coisa imunda e abominável. 

A crença da igreja, que proíbe o casamento do clero, ensinando que para ser santo é preciso o celibato, é a própria raiz de crimes hediondos que através dos tempos vem sendo cometidos em conventos, mosteiros e seminários teológicos, doutrina esta que, foi herdada em parte pelas igrejas evangélicas modernas que acreditam na virgindade de Maria pelo menos antes do parto. Isto mancha a santidade do matrimônio e do prazer sagrado das relações sexuais. Veja (Mishley (Provérbios) 5:15-21. 

Para elucidar bem esta questão do nascimento virginal de Jesus e o assunto se tornar bem compreensível, examinemos o nascimento de Yitsach (Isaque), o filho do Patriarca Avraham (Abraão). No capítulo 18 de Bereshit (Gênesis), contém o relato da visita de três Anjos a Avraham. Na ocasião, eles anunciaram a ele o nascimento de um filho no ano seguinte. 

Vamos examinar em detalhes o assunto do nascimento de Yitsach: Alguns anos antes o Eterno já havia anunciado à Avraham que ele teria um filho. Ocorre que Sarai (sua esposa) era estéril e não tinha filhos, conforme lemos em Bereshit (Gênesis) 11:30. Certa ocasião Avraham reclamou porque não tinha herdeiro. Diz assim o relato do livro de Bereshit: “Depois destes acontecimentos, apareceu a palavra do Eterno a Avraham em uma visão. Ele disse: ‘Não temas, Abram, Eu Sou o teu escudo; teu soldo será consideravelmente acrescido’. Avraham respondeu: ‘Senhor D'us, que me darás? Eu vou-me embora sem filho, e o herdeiro da minha casa é Eliézer, de Damasco’. Avraham disse mais: ‘Eis que não me deste descendência, é um membro da minha casa que deve herdar de mim’. Então o Eterno lhe falou nestes termos: ‘Não é ele que herdará de ti, mas aquele que sairá das tuas entranhas herdará de ti’. Ele o conduziu para fora e lhe disse: ‘Contempla o céu e conte as estrelas, se conseguires contá-las. Depois lhe disse: ‘Tal será a tua descendência. Abram teve fé no Eterno, e por isso o Eterno o considerou justo". Bereshit (Gênesis) 15:1-6.

A Tanach (Torah, Neviim e Ketuvim)

Portanto o Eterno lhe prometeu que ele teria um filho saído de suas entranhas. Posteriormente, “Sarai, mulher de Avraham, não lhe havia dado filho. Ela tinha uma escrava egípcia de nome HAGAR, e Sarai disse a Abram: 'Eis que o Eterno me impediu de dar à luz. Vai, pois à minha serva, talvez através dela eu tenha um filho'. Avraham ouviu a proposta de Sarai... Ele foi ter com Hagar que engravidou... Hagar gerou um filho para Abram, ele deu o nome de ISMAEL ao filho de Hagar lhe dera”. Bereshit (Gênesis) 16:1-2, 4 e 15. Treze anos mais tarde, o Eterno torna visitar Avraham e lhe diz: “...Eu Sou o Eterno, o Todo Poderoso... Quero fazer-te Dom da minha aliança entre mim e ti, eu te farei proliferar ao extremo. Avram se prosternou face em terra; o Eterno falou com ele e disse: ‘Por mim, eis a minha aliança contigo: tú te tornarás o pai de uma multidão de nações. Não te chamarão mais com o nome de AVRAM, senão que teu nome será AVRAHAM, pois te concederei tornar-te o pai de uma multidão de nações e te tornarei fecundo ao extremo: farei com que dês nascimento à nações, e de ti sairão reis. Estabelecerei minha aliança entre mim e ti e, depois de ti, às gerações que descenderão de ti; Esta aliança perene fará de mim teu Deus e o da tua descendência depois de ti... Eis a minha aliança, que guardareis entre mim e vós, isto é, a tua descendência depois de ti: todos os vossos varões serão circuncidados; tereis a carne do vosso prepúcio circuncidada, o que se tornará o sinal da aliança entre mim e vós”. Bereshit (Gênesis) 17:1-7, 10-11. Neste dia em que foi feita esta aliança entre Avraham e o Eterno, foram, portanto, circuncidados além do próprio Avraham, o seu filho Ismael e todos os demais varões que habitavam em suas propriedades e no seu arraial, como o leitor pode ver na leitura do restante do capítulo 17 de Bereshit (Gênesis). Quanto à aparição dos três Anjos do Eterno em Mamré, relatada em Bereshit (Gênesis) capítulo 18, foi para anunciar a época do nascimento do filho de Avraham e Sarah. No texto está dito: “O Eterno disse: 'Devo voltar na estação dos renovos, e eis que Sarah, tua mulher, terá um filho'. Ora, Sarah estava ouvindo na entrada da tenda, atrás dele. Avraham e Sarah eram velhos, avançados em idade, e Sarah deixara de Ter o que acontece às mulheres. Sarah pôs-se a rir consigo mesma e disse: 'Murcha como estou, poderia eu ainda gozar? E meu senhor é tão velho'! O Eterno disse a Avraham: 'Porque Sarah ri'? E esta pergunta: ‘Poderia eu verdadeiramente dar à luz, eu que sou tão velha’? 'Há alguma coisa por demais prodigiosa para o Eterno? Na data em que eu voltar a ti, na estação dos renovos, Sarah terá um filho”. Bereshit (Gênesis) 18:10-14.

No tempo determinado pelo Eterno, a criança nasceu. Diz assim o texto sagrado: “O Eterno interveio em favor de Sarah, conforme havia dito; agiu para com ela segundo Sua Palavra. Ela engravidou, deu um filho a Avraham na sua velhice, no tempo que o Eterno lhe havia dito. Avraham deu o nome de YITSACH (Isaque) ao filho que lhe nascera, aquele que Sarah havia gerado para ele”. Bereshit (Gênesis) 21:1-3. Está claro que um casal idoso, centenários, gerar um filho é um milagre, possível somente ao poder do Eterno, através do seu Ruach HaKodesh (Espírito Santo). O que nos causa espanto é que o mesmo Novo Testamento que apregoa o nascimento virginal de Jesus alegando Ter sido ele gerado do Espírito, também fala que Ysmael, filho de Avraham com Hagar foi gerado “conforme as leis da Natureza”, e que Yitsach (Isaque) filho de Avraham com Sarah, foi gerado “segundo o Espírito”. Gálatas 4:29. Ora! Não nasceu Jesus “de mulher, conforme a Lei”? (Gálatas 4:4). A inteligência humana, no entanto, forjou a falsidade fantasiosa da Teologia da Virgindade a partir de uma tradução fraudulenta de Yshayahu (Isaías) 7:14 que diz: “Pois bem, o Eterno mesmo vos dará um sinal: Eis que a jovem está grávida e dá á luz um filho e lhe dará o nome de 'EMANUEL". Ou IMANU EL, que significa "Conosco está D’us”. 

A questão neste versículo do profeta, é a palavra "JOVEM", ou "DONZELA", que em Hebraico é "ALMAH". As versões bíblicas cristãs, todas, verteram neste texto “VIRGEM”, em lugar de "JOVEM". 

Ora! Roma, com seu desejo insano de governar e governar, não importa por quais os meios, mas, governar e dominar. E com este intento, para cair nas graças de um público ignorante, idólatra e supersticioso, não hesitou em fraudar as Escrituras. 

Gostaria que o leitor atentasse bem para o fato de que quando me refiro à Roma, estou englobando na palavra “ROMA" tudo o que ela foi e representou no passado remoto, no passado mais próximo e o que ela é e representa hoje. Explicando melhor: Roma é o que sempre foi, a antiga Roma Imperial, que era solteira, vendo, em determinado momento da história, que o seu domínio tendia a se declinar rapidamente, amasiou-se então com a religião pregada por Paulo, a qual era derivada dos ensinamentos dos primitivos Nazarenos (Netzarim). O Imperador Constantino Magnus, que foi o padrinho da dita “união”, considerou como “boa política” mudar-se de Roma; invadiu Bizâncio, denominou-a de Constantinopla e mudou-se para lá. 

O Trono Imperial que ficou vacante em Roma, foi ocupado pelo Bispo Romano que passou a reinar com o pomposo e presunçoso título de Papa, que significa Pai. Foi assim que o Papa se tornou o sucessor da Dinastia dos Césares, depois de se vestir de paramentos eclesiásticos. A religião então, denominou-se "CRISTIANISMO". Sob nova forma, a Roma antiga continuou reinando e entre as muitas providências que tomou para organizar o seu programa de governo, conta-se o de fraudar as Escrituras Sagradas. Já vimos em outro tópico (Esquadrinhando as Traduções e Compilações Bíblicas) a carta de Eusébio Jerônimo, contando uma parte da grande fraude.

Roma reinou absoluta na idade média como Capital do mundo Ocidental. Realizou Cruzadas, destituiu reis, coroou outros reis, instituiu o famigerado Tribunal da Inquisição, e, por aí afora. Falamos sobejamente sobre isto em “Inquisição –Visão Xamânica”. A Roma Papal, como é a Lei da Natureza, envelheceu e ficou encanecida. Mas ela tem as suas filhas! Em seu comércio de prostituição com os reis das nações, ela concebeu e teve filhas, as quais herdaram o caráter da mãe e são prostitutas; conduta normal, em se tratando de filhas bastardas. Veja Apocalipse 17 e respectivas notas de rodapé, na Bíblia TEB (Tradução Ecumênica, da Edições Loyola).

As filhas de Roma, hoje, são politicamente as Nações da Civilização Ocidental, cuja primogênita é os Estados Unidos da América, que governa absoluto no mundo hodierno, pois a Mãe, apesar de conservar a majestade, está envelhecida, a filha portanto, Ministra o Governo. As outras filhas de Roma são as que seguem a vocação religiosa da Mãe: são as igrejas "fracionadas e inflacionadas" que se proliferam com muita fertilidade e governam absolutas sobre a espiritualidade do povo, enganando-os. É importante ressaltar que as filhas, apesar de se esforçarem, e muito, para parecerem diferentes da Mãe, defendem acirradamente as doutrinas fundamentais da Mãe Roma Papal. Portanto, quando me refiro à ROMA, é tudo isto que foi exposto acima e muito mais, que representa a Roma antiga e a moderna; a Roma de sempre. 

Um exemplo gritante de fraudes no tocante à teologia da virgindade perpétua de Maria e o nascimento virginal de Jesus, encontramos na Bíblia de Estudo Pentecostal, editada pela Casa Publicadora das Assembléias de Deus em convênio com a Sociedade Bíblica do Brasil. 

No frontispício da referida Bíblia, página 4 diz: “Os direitos de tradução da Bíblia foram cedidos pela Sociedade Bíblica do Brasil. As notas e os comentários são de inteira responsabilidade da editora, a Casa Publicadora das Assembléias de Deus”. Como já mencionei acima, sobre a tradução fraudulenta em Yishayahu (Isaías) 7:14, o texto hebraico grafa “ALMAH", que se traduz "JOVEM", ou "DONZELA", as traduções cristãs grafam"VIRGEM". Na referida Bíblia Pentecostal, na nota de rodapé alusiva a este versículo encontramos: “Virgem (heb. Almah). Na língua original o termo pode significar ‘virgem’ ou ‘mulher jovem em idade de casar’. ... O pleno cumprimento desta profecia ocorreu quando Jesus Cristo nasceu da virgem Maria (Mateus 1:23). Maria era virgem e permaneceu virgem até a ocasião do nascimento de Jesus (Mateus 1:18,25)”. Eis aí o comentário do teólogo e comentarista cristão pentecostal em defesa da fé Romana. Eu sempre soube que as aulas de Hebraico Bíblico nos seminários de Teologia é uma negação, mas aqui este comentarista foi longe demais. Temos duas hipóteses para este erro grosseiro de conhecimento do Hebraico: ou ele agiu hipocritamente de má fé, ou não sabe absolutamente nada de Hebraico. Eu, mesmo querendo que o Eterno me resguarde de cometer julgamentos injustos, prefiro optar pela primeira hipótese, pois até mesmo uma pessoa com fraquíssimo e rudimentar conhecimento da língua hebraica poderia ter escapado de cometer um erro tão grosseiro com uma simples consulta a um Dicionário. Mas, como filha de Roma é normal a herança recebida da Mãe, como diz o Profeta Yiechezkel (Ezequiel): “Eis que todos os que proferem provérbios te aplicarão este: Tal mãe, tal filha.”  Veja Yiechezkel (Ezequiel) 16:44; A palavra Hebraica para “virgem” é “betulah”. No texto de Yishayahu (Isaías) 7:14, que estamos estudando, no Hebraico a palavra é “almah” e significa "jovem" ou "donzela", portanto, não se traduz para "virgem" nem com camisa de força.

Texto Hebraico

À moda de alguns povos cujos supostos avatares nasceram de virgens (Osíris, Mitra, Krishna, etc.), os cristãos, para competir com eles, quiseram se orgulhar de apresentar ao mundo um "deus" nascido de uma virgem! Basta uma leitura sincera do inteiro teor do capítulo 7 de Yishayahu (Isaías) para demonstrar a fraude do cristianismo e sua estranha história da Virgem Maria. Quanto aos Avatares mencionados acima, eles não são adorados como deuses por seus respectivos povos, a não ser com exceções, por algumas seitas que caíram na idolatria. Avatar, palavra em sânscrito, que significa “Mensageiro” não é um "deus", mas um alto iniciado e seu nascimento virginal é um simbolismo filosófico de sua condição espiritual. Roma, na sua ânsia materialista de governar e dominar os povos inteiros com seu império de terror, absorveu elementos de cultura e espiritualidade de outros povos, sem na verdade entender absolutamente nada da filosofia destes povos, e com isto criou um sincretismo execrável caindo na mais profunda idolatria com seu Cristo. Isto se deve a fato de que o cristianismo proveio de um embrião nascido de Israel, tendo conhecimento da Torah (Leis Judaicas) e a rejeitou e desprezou, dando-lhe um nome altamente pejorativo de “Velho Testamento”. Foi isto que Paulo ensinou quando disse considerar a Torah como lixo, ou excremento, para ficar com o seu ídolo (Filipenses 3:4-9). A Lei Cósmica Divina determina que quando alguém vê a luz e a rejeita, caia em trevas correspondentes à luz que vislumbrou e rejeitou. O que me chama mais a atenção na carta de Paulo aos Filipenses é o fato de ele dizer que não tinha alcançado Cristo, e em vista de não o Ter alcançado, o que tinha a fazer era deixar para trás o caminho antes percorrido (a Toráh que ele lançou no lixo, na fossa) e avançar para as coisas que estavam à frente dele. Aconselhou os crentes a imitar ele nesta conduta. Veja Filipenses 3:12-17. Em outras palavras, deixou para trás a Torah e avançou rapidamente em busca do ídolo. Deixou para trás a Luz Interior (a centelha divina dentro dele e de cada um de nós) e partiu em busca das Trevas Exteriores. Deixou o certo, pelo incerto e aconselhou os crentes a imitá-lo nesta empreitada. Diz ainda ele: “...a nossa cidade está nos céus...” (Filipenses 3:20). 

Esquadrinhando mais sobre a Teologia do Nascimento Virginal

O cristianismo é, na verdade, uma religião “greco-romana”. Tanto é que o Novo Testamento foi escrito originalmente em língua Grega. Fez parelha com a famosa tradução grega das Escrituras Hebraicas, chamada “Septuaginta”.

Eu acredito sinceramente que nada acontece por acaso. Roma fraudou as Escrituras, mas, como eu já disse acima, Roma absorveu culturas alheias e deu um “jeitinho” de amoldar aos seus interesses de domínio mundial. Mas, para este assunto da tal doutrina da virgindade de Maria, se faz mister voltar no tempo e ver onde começou a fraude. Sim, é isto mesmo que eu quero dizer: a raiz desta fraude começou antes do domínio romano. Foi no domínio grego, com a cultura Helênica.

Ptolomeu Filadelfo (285-246 AEC), um dos quatro generais de Alexandre o Grande, que após a morte deste, reinou no Egito, assalariou 72 intelectuais judeus, lhes dando a incumbência de traduzir as Escrituras Hebraicas (Tanach), para o Grego. Esta foi a primeira tradução da Bíblia Hebraica para um idioma ocidental e é chamada de “LXX” ou, popularmente, de “Septuaginta”. Consta-se que quando ela ficou pronta e a notícia desta façanha chegou aos ouvidos dos Rabinos de Yerushalaym (Jerusalém), eles rasgaram suas vestes em sinal de luto e disseram: “Ergueram um bezerro de ouro em Alexandria”.

Pois bem, entre os muitos erros da Septuaginta, vou citar Isaías 7:14, onde traduziram a palavra Hebraica “Almah” para “Parthenós” (Παρθένος), que significa em Português “virgem”.

Foi aí que nasceu a fraude, com os 72 judeus traidores, que com o tempo passaram a ser denominados simplesmente 70, daí o termo “Septuaginta”.

Este erro é muito grave, gravíssimo, pois conduz direto à Idolatria. À Idolatria Grega e mais tarde a Romana. Passo a explicar o porque: Parthenós é o título da deusa padroeira dos Gregos, “Athena Parthenos” (em grego antigo: Ἀθηνᾶ Παρθένος, literalmente, "Athena a Virgin") . Em homenagem a ela se deu o nome da Capital da Grécia Atenas e é lá que foi construído o Templo dedicado à deusa: “Parthenon” onde se encontra a imagem Athena Parthenos. Veja https://en.wikipedia.org/wiki/Athena_Parthenos.

Por esta e por outras os Rabinos rasgaram as vestes em estado luto.

Mais tarde Roma dogmatizou a doutrina da virgem Maria. Paulo deu o primeiro passo chamando a Torah de esterco (merda). 

 

Athena Parthenós

 

Os Textos da Septuaginta foram aproveitados por Roma, a Rainha da Fraude

Paulo ensinou a todos e os conclamou a fazer como ele: buscar fora o que está dentro. Roma compreendeu a mensagem de Paulo, e tratou de amoldar estes falsos ensinos aos seus interesses escusos de governar o mundo com tirania. Fraudou as Escrituras da Torah e dos Profetas de Israel e as intitulou de "VELHO TESTAMENTO"; isto feito, arranjou um substituto, o “NOVO TESTAMENTO”, a maior fraude da história de humanidade! E entre todas as fantasias doutrinárias engendradas por Roma, a obra prima é a Teologia da Virgindade de Maria, cujo alicerce se baseia na tradução fraudulenta de Yishayahu (Isaías) 7:14, como vimos acima. Esta profecia se cumpriu na verdade, ainda nos dias do Profeta. Veja este texto na Bíblia de Jerusalém: “Pois sabei que o Senhor mesmo dará um sinal: Eis que a jovem concebeu e dará à luz um filho e por-lhe-á o nome de Imanu-EL. Ele se alimentará de coalhada e de mel até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem. Com efeito, ANTES que o menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem, a terra, por cujos dois reis tu te apavoras, ficará reduzida a um ermo”. Veja Yishayahu (Isaías) 7:14-16.Esta profecia foi dirigida ao Rei Acaz, que estava apavorado com a ameaça de guerra por parte do Rei da Síria, Retzim, e do Rei de Efraim (Samária), Fecach.

O Eterno, para tranqüilizar Acaz, mandou que ele pedisse um sinal de que essa ameaça de guerra não daria em nada, mas Acaz ficou com medo até de pedir um sinal. O Eterno então disse: “Eu mesmo darei o sinal”. E aí que a profecia diz que a jovem que estava grávida teria um menino e antes que este menino tivesse discernimento para escolher entre o bem e o mal, Efraim deixaria de existir. O menino se chamaria Emanuel, que significa: “D’-us está conosco”, mostrando a Acaz que o Eterno estava com ele, que não tivesse medo, pois nada de mal lhe sucederia. Portanto, o leitor pode ver com clareza meridiana que a profecia era para os dias de Acaz e se cumpriu nos dias de Acaz, e de seu filho Etsechiahu (Ezequias), o qual chegou a receber o título de Emanuel, conforme está dito em Yishayahu (Isaías) 8:8. Mas diante do que foi exposto e considerado acima, se alguém, mesmo assim, insistir em afirmar que a profecia aponta para Jesus nascendo de uma virgem, peço então que me responda a questão levantada pelo nome que o menino deveria ter: "EMANUEL". Quem se equivocou a respeito do nome? Foi o profeta Yishayahu (Isaías), que profetizou o nome "Emanuel", ou o Anjo, que anunciou à Maria que o filho dela deveria se chamar Jesus (ou Yehoshua ou Yeshua, como querem alguns)? Quem sabe esse Anjo era analfabeto e não leu (Yishayahu) Isaías! Conforme o comentário do Prof. Dr. Evilásio Araújo, em seu opúsculo “As Contradições do Novo Testamento” pág. 28.

CONSIDERANDO AS PROFECIAS MESSIÂNICAS

Analisamos até agora, no presente tópico, a genealogia de Jesus, e vimos que é uma montagem mal elaborada e feita de má-fé. Analisamos as profecias que mostram que HaMashíach (O Messias) deve vir da descendência biológica legítima do Rei David e de seu filho Shlomo (Salomão), e que as genealogias apresentadas no Novo Testamento, definitiva e vergonhosamente não bate com a profecia. Analisamos também a invencionice da Teologia da Virgindade e o verdadeiro significado da profecia que, depois de fraudada, serviu de sustentáculo à tal teologia espúria. Agora, analisemos com cuidado e com sinceridade, as profecias Messiânicas que durante dois mil anos tem servido de cavalo de batalha aos pregadores e teólogos cristãos, na tentativa de provarem que Jesus é o Messias. São poucos estes textos, porém, se lidos isolados do contexto são fundamentais; por isto mesmo precisamos estudar o contexto anterior e posterior de cada um destes versículos, e eu convido o leitor sincero para esta tarefa.

Yishayahu (Isaías) 9:6, tradução de Almeida Corrigida, diz textualmente: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. Todas as traduções cristãs, tanto católicas quanto evangélicas e também as traduções livres como por exemplo a de Figueiredo, trazem entre si algumas variantes, mas o sentido é o mesmo. Este versículo não serve para tentar provar que Jesus é o Messias, mas é fundamental no sentido de dizer que o Messias é o próprio Deus, o Pai da Eternidade e verdadeiramente tem servido a este propósito. É versículo áureo para adorar Jesus como se fosse o próprio D'us, o Eterno.

Existe a Bíblia Hebraica em Português, publicada pela Editora Sêfer, porém o próprio tradutor, Jairo Fridlin, reconhece ser impossível uma Tradução 100% fidedígna, pelo fato de (segundo a Tradição Rabínica) cada passagem das Escrituras possuir 70 interpretações, todas corretas.

Numa Tradução, o tradutor tem a triste opção de escolher uma delas e o resultado, por mais honesto que seja o tradutor, não será jamais, satisfatório ao estudioso que queira realmente aprender o seu significado integral.

Minha opinião: Toda tradução é, na verdade, uma Interpretação, pois, mesmo involuntariamente, irá transparecer na tradução a opinião e forma de crença do tradutor.

Vejamos agora o mesmo versículo, consultando diretamente o texto original hebraico, com a ajuda do Rabino Meir Matzliah: “a nós nos é nascido um menino, e a nós nos é dado um filho: o governo estará sobre os seus ombros, e D'us que é Maravilhoso Conselheiro, D'us Poderoso, Eterno Pai, o chamará: Príncipe da Paz”. Veja bem caríssimo leitor, que aqui agora o sentido é outro. Fica aqui claramente demonstrada e desmascarada a fraude nas traduções cristãs. No texto Hebraico não fornece a mais remota possibilidade de Deificar o Messias, e muito menos aclamar Yehoshua como tal. Deixar de adorar o Eterno EU SOU no recesso mais secreto de nosso próprio Ser, e olhar para fora, buscando justiça forense, mirando a pessoa de Yeshua, com "cara de lolô" (perdoe-me a gíria), é cair no mais profundo poço abismal da idolatria; é negar o nosso próprio Ser e buscar a morte da alma. A periculosidade desta fraude em Yishayahu (Isaías) 9:6 é muitíssimo mais grave que a outra que consideramos acima (da virgem), mas juntando as duas, uma reforça a outra. Para o povo ignorante e supersticioso, considerando que Yehoshua/Jesus nasceu de uma virgem, é muito natural adorá-lo como se fosse o próprio D’us. Que blasfêmia!

O que me espanta porém, é que o próprio Novo Testamento tem um texto, ou melhor, vários textos, segundo os quais o próprio Yehoshua/Jesus ensinou que o Eterno está dentro de cada um de nós. A centelha Divina do Eterno reside dentro de cada um de nós, basta crer e desabrochar este poder infinito e poderemos fazer as obras de prodígios muito maiores do que aqueles que os pregadores convidam as pessoas para lotarem as igrejas e pagá-los em dinheiro para ouví-los falar que Yeshua/Jesus fez. Basta crer, foi isto que ele disse a Felipe em João 14:6-12. Em outro texto ele disse que “o Reino de D’us não vem com aparência exterior”. Veja Lucas 17:20, Tradução Almeida Corrigida. E diz mais...: “...o Reino de D’us está dentro de vós”. Veja Lucas 17:21, Tradução Almeida Atualizada. Em outro texto ele cita um salmo de Asafe que diz: "Eu disse: Vós sois deuses”; Veja João 10:34. Tehilim (Salmos) 82:6. As pessoas lêem estes textos e em vez de acreditarem no ensinamento se põem a olhar a pessoa dele e idolatrá-lo, adorando-o como se fosse o próprio D’us. Porquê? Porque Roma os ensina assim, depois de fraudar as Escrituras dos Profetas do Eterno. Por isto se cumpre com as pessoas o que está dito: “Todavia, como homens morrereis...” veja Tehilim (Salmos) 82:7.

O versículo que estamos analisando, de Yishayahu (Isaías) 9:6, onde constatamos a fraude das traduções cristãs, é indubitavelmente uma profecia Messiânica. Mas, como vimos, de acordo com o texto original Hebraico, o verdadeiro Mashíach quando vier, não é para ser adorado. E ainda mais: o versículo não prova que Yehoshua/Jesus é Messias, como vamos demonstrar na análise do contexto. Desde o capítulo 8 que está falando da ruína de Israel; mais especificamente do Reino do Norte (Efraim), e no versículo 1, do capítulo 9, aponta as tribos de Zebulon e de Naftali, que estavam entregues ao opróbrio e à destruição e as trevas. Mas o Eterno faz resplandecer sobre eles a sua Luz (verso 2), e multiplica eles e os alegra como num tempo de colheita (verso 3) e quebra o jugo da escravidão (verso 4), queima as armas e armaduras de seus opressores (verso 5) porque o menino, o que o Eterno chama de Príncipe da Paz, nasceu (verso 6 que foi adulterado por Roma), e este Príncipe sentará no trono de David e seu reino é firmado para sempre (verso 7), e isto acontecerá nos últimos tempos (verso 1) quando as dez tribos perdidas, (o Reino do Norte) são restauradas, é aí o tempo da criança nascer. Se o menino nasce na época em que as 10 tribos perdidas estão sendo restauradas, então quem é àquele que nasceu a dois mil anos, na época em que a tribo de Yehudá (Judá) também estava sendo destruída? Certamente e em verdade que Yehoshua/Jesus não é o Messias, pois nasceu fora da época marcada na profecia.

Consideremos agora outra profecia messiânica: Em Mychah (Miquéias) 5:2 (na tradução ecumênica TEB, que estou utilizando é o versículo 1), está dito: “E tu Belém Efrata, (Beit-Lehem – Casa de Pão), pequena demais para ser contada entre os clãs de Judá, de ti sairá para mim àquele que deve governar Israel. Remontam à antigüidade suas origens, aos dias de antanho”. Este texto, lido isoladamente, tenho que reconhecer a sua força na boca dos ministros do cristianismo. Quem lê ou ouve o padre ou o pastor se referir a ele, diz: é, é mesmo, é verdade, é Yehoshua/Jesus o Messias, ele que nasceu em Belém, de uma virgem, da tribo de Judáh, etc. etc. e tal, e blá..., blá..., blá...! É realmente um texto muito forte! Mas, basta uma pequena olhada no versículo seguinte (verso 3), para perceber imediatamente a falácia de Roma e de seus ministros. Vamos ler: “POR ISSO D’-US OS ABANDONARÁ ATÉ O TEMPO EM QUE DARÁ À LUZ AQUELA QUE DEVE DAR À LUZ”. Veja bem, o Eterno abandona Israel à escravidão, ao desprezo, à perseguição (são dois mil anos de perseguição e anti-semitismo) na diáspora, espalhados entre as nações do planeta. E o texto diz bem claro que são abandonados ATÉ O TEMPO EM QUE A ESTÁ DE PARTO TIVER DADO À LUZ. Então o tempo da criança nascer é quando Yisrael está sendo restaurado. Pergunto: se HaMashiach nasce na época da restauração de Yisrael, quem é aquele que nasceu a dois mil anos, na época da destruição de Yisrael?

Ligando este versículo do Profeta Miquéias com o do Profeta Isaías que analisamos acima, fica claro que a restauração de Israel se inicia com a tribo de Judáh (*Judeus), até mesmo porque os Judeus, apesar das acirradas perseguições e constantes tentativas de extermínio sofridas ao longo de dois mil anos, não perderam a sua identidade, como aconteceu com as 10 tribos que são consideradas perdidas por haverem perdido sua identidade. A profecia, no entanto, prevê a RESTAURAÇÃO DE EFRAIM (10 TRIBOS, OU REINO DO NORTE). Com a criação em 14 de maio de 1948, de Medinat Israel (Estado de Israel), iniciou-se a restauração com a ALIÁH (Retorno) dos judeus (*Tribo de Yehudah e parte de Benyamim), e de acordo com a profecia, é este o tempo do nascimento de HaMashíach (O Messias), o tempo “em que a que está de parto dará a luz”. Veja mais uma vez o Profeta Mychah (Miquéias) 5:2-3. É exatamente neste momento que começa a restauração de Efraim (Samária, ou as 10 Tribos) e o Eterno lhes tirará o opróbrio e o jugo, resplandecendo sobre eles a Sua Luz. “Porque um menino nos nasceu”, o “Príncipe da Paz”. Veja Yishayahu (Isaías) 9:1-7.

       [*Nota Importante:

       JUDEUS – Quase 90% dos judeus que habitam atualmente no Estado de Israel são Ashkenazim.

       O que quase ninguém sabe é que os ASHKENAZIM NÃO SÃO ISRAELITAS E NEM SEMITAS.

       A matéria deste Capítulo eu a escrevi há dez anos, quando eu ainda entendia que após repudiar o cristianismo, a verdade suprema seria o judaísmo. Recentemente, porém, descobri que o judaísmo não existe na Torah e, pior, é a causa da existência do cristianismo.

       Os verdadeiros Hebreus Israelitas não são de raça branca de olhos azuis. São negros de cabelos lanosos (crespo). São os negros trazidos como escravos para as Américas e são também as tribos Indígenas.

       Sobre os Ashkenazim, vejamos o que diz a Torah:

       “Os filhos de Jafet: Gomer, Magog, Madai, Iaván, Tuval, Mésheh e Tirás. E os filhos de Gomer: Ashkenaz, Rifat e Togarma”.  Veja Bereshit (Gênesis) 10:2-3.

       Vemos aí que Ashkenaz é neto de Jafet e não é Semita.

       Semitas são os descendentes de Shem (Sem). Peço ao leitor que leia os capítulos 9 e 10 de Bereshit (Gênesis).

       Quanto aos outros judeus conhecidos como Sefaraditas (Sefaradim), também não são Israelitas. São Edomitas, descendentes de Edom (Esaú), irmão de Yaacov (Jacó – Israel).

       Porque então este povo que se diz Semita e também que são da Tribo de Yehudah (Judá) estão na Terra de Israel? Veja a Profecia de Noach (Noé): “Aumente D’us a Jafet e habite nas tendas de Sem...”. Veja Bereshit (Gênesis) 9:27.

       Acho que compreendo o porquê de os Árabes não aceitarem a existência do Estado Sionista de Israel. Acho que eles sabem que os judeus não são Hebreus Israelitas.

       Estou mantendo a integridade textual deste capítulo de minha obra conforme o escrevi há 10 anos porque o fiz segundo a ótica Judaica e assim eu desmascaro o mito do homem-deus-morto (Jesus/Yeshua). Mas tenho o leitor em mente que o Conhecimento avança.

       Este assunto sobre os Judeus é muito profundo e seria tema não apenas para outro capítulo desta obra, mas sim, para outro Livro cujo título seria: “O Xamã Desafia o Judaísmo”.

       Nos capítulos: “Judeus na Idolatria?!” e “Sobre Zacarias 12:10 – Quem foi Transpassado?” eu falo um pouco sobre isso.

       Certamente este Mistério do Eterno será revelado um dia: O porque Jafet deveria habitar na Tenda de Sem. Mas isto é temporário, pois está escrito que as tribos de Israel retornarão e Israel será SALVO.]   

       Retomando o fio do assunto de onde eu o interrompi para inserir a nota explicativa:

Yirmeyahu (Jeremias), 23:5-6 diz: “Dias virão – oráculo do Eterno – em que suscitarei a David um rebento legítimo: Um Rei reina com competência, defende o direito e a justiça na terra. No tempo dele, Judáh é salvo, Israel habitará em segurança. Eis o nome que lhe darão: ‘O ETERNO É A NOSSA JUSTIÇA". Yirmeyahu (Jeremias), 33:15-16 diz: “Naquele tempo, exatamente naquele momento, farei brotar para David um rebento legítimo que defenderá o direito e a justiça no país. Naquele tempo, Judáh será salvo e YERUSHALAYM (Jerusalém) habitará em segurança. Eis o nome com que será chamada: ‘O Eterno é nossa Justiça" (Grifo nosso). Estas citações são da Tradução Ecumênica – TEB. O primeiro destes textos que lemos, Yirmeyahu (Jeremias) 23:6-6, é o mais utilizado pelos ministros cristãos, isolado do contexto, é claro! Quando lemos o contexto, desde o versículo 1 até o 8, vemos claramente o tempo da restauração de Israel e o castigo ministrado pelo Eterno contra os "pastores" de Roma por haverem dispersado o rebanho do Eterno, os filhos de Israel.

 

O Eterno ajunta (pelo Despertar da Consciência) suas ovelhas, Ele mesmo, de todas as terras para onde estavam dispersas, punindo Roma e suas filhas (os maus pastores), e conduzindo suas ovelhas ao verdadeiro aprisco: ERETZ ISRAEL (Terra de Israel). É aí que nasce, neste tempo, HAMASHÍACH (O MESSIAS), REBENTO LEGÍTIMO DO REI DAVID, para Reinar em Israel. Depois disto, diz o versículo 7 que todos abençoarão e louvarão ao Eterno dizendo (verso 8): "Certo como vive o Eterno, que fez subir, que trouxe a descendência da gente de Israel da Terra do Norte e de todas as terras onde a tinham dispersado (as 10 Tribos perdidas - Efraimitas), para que se instalasse em seu solo”  Yirmeyahu (Jeremias) 23:5-8. O segundo texto que lemos, Yirmeyahu (Jeremias) 33:15-16 é ainda mais maravilhoso, pois aqui o Santo Profeta inegavelmente mostra o tempo exato do nascimento do MASHÍACH (Messias), ou seja, o tempo da restauração de Israel. Basta ler todo o capítulo, desde o versículo 1 até o 26. Logo no versículo 3, o Eterno está convocando os sinceros buscadores da verdade à invocá-lo, nos seguintes termos: “Invoca-me e te responderei, revelar-te-ei grandes coisas, inacessíveis que tu desconheces”. Quão maravilhoso é o Eterno: BARUCH HASHEM! Aqui neste capítulo o Eterno promete revelar segredos aos buscadores da verdade. Estamos no tempo (Era de Aquário) em que os Grandes e Misteriosos Arcanos estão sendo revelados. Vale lembrar aqui que um dos grandes Mistérios refere-se à chegada do Mashiach ben Yossef, da Tribo de Efraim (Reino do Norte), pois Efraim é o Primogênito do Eterno. Diz o Profeta: “Virão chorando e Eu com misericórdia os tornarei a trazer.Trá-los-ei através de arroios de água, por caminho direito, em que não tropeçarão, porque me tornei o Pai de Israel, e Efraim é o meu Primogênito". Veja Yirmeyahu (Jeremias) 31:9. 

Refletindo, Efraim, o Primogênito do Eterno, ou seja, as 10 Tribos perdidas, são os povos Indígenas das Américas, Aborígenes da Oceania e os Afro-Descendentes, trazidos como escravos desde a África ocidental. Principalmente os negros, são povos que perderam sua identidade e só conhecem o sofrimento, conforme o Eterno disse que faria com os Hebreus Israelitas se não obedecessem a Torah. Na terrivel escravidão cumpriram e cumprem as maldições preditas em Vaykrá (Levítico) capítulo 26 e Devarim (Deuteronômio) capítulo 28. Mas, anéxo às maldições preditas está também a promessa do Eterno, de resgatar Israel. 

O Eterno ocultou o seu rosto de Israel e Judah por causa das suas transgressões da Torah (verso 5). Mas o Eterno promete aqui a cura e o perdão às duas casas (a Casa de Yehudah e a Casa de Efraim – Reino do Sul e Reino do Norte) e promete restabelecê-los como eram antes, purificando-os de todos os crimes (verso 6-8). E esta restauração será para o Eterno motivo de glória ao seu Santo Nome diante das Nações (versos 9-10). Um lugar completamente deserto, "um monte de ruínas", Yerushalaym (Jerusalém) e todas as cidades do país numa total desolação, sem homens e nem sequer animais, de repente volta a ter Vida. Agora se ouve gritos de alegria, cânticos e júbilo de festas de casamento e algazarra de crianças, pastores conduzindo rebanhos de animais; o próprio deserto do Negev parece um jardim, com produção de flores e frutos (versos 10-13). É então neste tempo que o Eterno cumpre o que prometeu à comunidade de Yehhudah) Yehudah, verso 14. “Naquele tempo, EXATAMENTE NAQUELE MOMENTO, farei brotar para David um rebento legítimo que defenderá o direito e a justiça no país” (verso 15, grifo nosso). É aqui prezado leitor, o MOMENTO DO NASCIMENTO E APARECIMENTO DE HAMASHÍACH (O Messias). O momento de aquela que está de parto dar à luz. Veja Michah (Miquéias) 5:2-3. Um menino nasce e o Maravilhoso e Eterno D'US o chama de "PRÍNCIPE DA PAZ". Yishayahu (Isaías) 9:6. Se HaMashíach (O Messias) nasce neste momento em que a Terra de Israel volta a Ter alegria, quem é aquele que nasceu a dois mil anos atrás quando Israel em tristeza estava sendo arruinada e destruída? Naturalmente um impostor imposto por Roma. O Profeta ainda fala da promessa do Eterno de que daí por diante Yehudá (Judáh) é salvo e Yerushalaym (Jerusalém) habitará segura (verso 16), e que "NUNCA FALTARÁ A DAVID UM DESCENDENTE SENTADO NO TRONO DA COMUNIDADE DE ISRAEL" (verso 17, grifo nosso).

Agora, a partir do versículo 18 em diante, contém uma profecia que destrói os próprios alicerces do cristianismo com sua doutrina da salvação pelo sangue e sacrifício de Yehoshua/Jesus. No texto está dito: “Nunca faltará aos sacerdotes – LEVITAS – alguém que fique na minha presença oferecendo os holocaustos, queimando oferendas e celebrando diariamente sacrifícios" (verso 18, grifo nosso). Caro leitor, se na era messiânica haverá sacrifícios e holocausto de animais, conforme manda a Torah, que sacrifício foi àquele a dois mil anos atrás? O Cristianismo apresenta um sacrifício humano como causa de salvação da humanidade. Sacrifícios humanos é a maior abominação perante a Lei Cósmica Divina.

Continua o Eterno falando através de seu servo, o Profeta Jeremias no restante do capítulo 33. Diz o Eterno que se os seres humanos conseguirem romper a aliança que Ele tem com o dia e com a noite, assim também Ele romperia sua aliança com o Rei David para que não haja sempre um descendente seu no trono de Israel. Da mesma forma seria com a Sua Aliança com os Leviim (Levitas), seus ministros para sempre (versos 19-21). Assim como as estrelas do céu e os grãos de areia do mar não podem ser contados, assim também será multiplicada a descendência da David e dos Leviim (versos 22). Tens visto o que este povo (Roma e seus ministros e suas filhas) fez engendrando um NOVO TESTAMENTO, e andam dizendo que D'US rejeitou Israel para sempre e enxertou em seu lugar a Igreja? É isto o que diz a chamada TEOLOGIA DA SUBSTITUIÇÃO. Mas o Eterno, que estabeleceu a ordem do céu e da terra, criando o dia e noite, diz que enquanto esta ordem for mantida, haverá descendentes de David e de Yaacov (Jacó). O Eterno nunca desistirá de escolher entre os seus descendentes, os chefes para a raça de Avraham, Yitsach e Yaacov , (Abraão), (Isaque) e (Jacó). Nunca! Pois Ele os restaurará (versos 23-26). Aqui se faz mister colocar em discussão um assunto da mais alta importância, levantado através da leitura que acabamos de fazer em Yirmeyahu (Jeremias) 33:18-26, sobre a questão dos sacrifícios e holocaustos de animais. O Cristianismo de Roma e suas respectivas filhas apresenta Jesus ocupando três funções básicas: - Rei, - Sacerdote e o próprio Cordeiro do Sacrifício. Conseqüentemente, adoram-no como se fora o próprio D’US. Um deus que os antigos Patriarcas e os profetas não conheceram. Apresentar a pessoa de Jesus como “rei e sacerdote” só foi possível graças a mais uma fraude que passamos a analisar para depois confrontar com o texto lido acima. Trata-se do texto encontrado em Zecharyah (Zacarias) 6:12-13, o qual passamos a citar segundo a Tradução Almeida antiga que diz: “E FALA-LHE DIZENDO: ASSIM FALA E DIZ O SENHOR DOS EXÉRCITOS: EIS AQUI O HOMEM CUJO NOME É RENOVO: ELE BROTARÁ DO SEU LUGAR E EDIFICARÁ O TEMPLO DO SENHOR. ELE MESMO EDIFICARÁ O TEMPLO DO SENHOR, E LEVARÁ A GLÓRIA, E ASSENTAR-SE-Á E DOMINARÁ NO SEU TRONO, E SERÁ SACERDOTE NO SEU TRONO E REINARÁ PERFEITA UNIÃO ENTRE AMBOS OS OFÍCIOS”. Então, temos aqui um trono e dois ofícios. Tradução fraudulenta. Comparando este texto adulterado com o livro de Hebreus, no Novo Testamento, capítulo 7:11-27, onde diz que o Sacerdócio Levítico não existe mais, e que Jesus é Sacerdote Eternamente e por isto pode salvar a humanidade, está feita a falcatrua. Doutrina de mentiras que tem enganado bilhões de pessoas nos últimos dois mil anos. Especialidade de Roma e suas filhas enganar para assim governar melhor.

Vejamos agora este mesmo texto do Profeta Zacarias 6:13 na tradução "Bíblia Mensagem de Deus", Edições Loyola, onde se lê: “ELE CONSTRUIRÁ O TEMPLO DO ETERNO, E DELE TIRARÁ GLÓRIA; ASSENTAR-SE-Á, DOMINARÁ SOBRE SEU TRONO E HAVERÁ UM SACERDOTE À SUA DIREITA E UM ACORDO DE PAZ ENTRE AMBOS” Ora! Aqui temos agora dois tronos e dois ofícios, com duas pessoas: UM REI e UM SACERDOTE (ver o texto na Tradução Ecumênica – TEB) que segundo Yirmeyahu (Jeremias) 33:18 e 21, é naturalmente UM LEVITA. De onde é que o autor do Livro de Hebreus desenterrou a idéia de que o Sacerdócio Levítico foi abolido e já não existe? Roma e suas sandices! E todo mundo acredita na mentira! Bem diz o autor do Apocalípse, que todo o mundo adorou a "besta" (Apocalípse 13:4-8). O Novo Testamento é um livro vivo, dotado de Yetser Harah (má inclinação); de outra forma não teria poder para enganar tanta gente durante tanto tempo. Mas, todavia, é um livro programado para se auto-destruir, no devido tempo. O Apocalispe é o aguilhão que fere o Novo Testamento e o mata, no devido tempo. Jesus não é o Messias, não é rei, não é sacerdote, não é nada. Muito menos deus. Sendo ele, na verdade uma criação de Roma, então é lobo filho da loba capitolina, símbolo de Roma, de onde os Estados Unidos emprestou nome para o Congresso Nacional Americano que se chama CAPITÓLIO.

 

Pré-Requisitos que Identificam o HaMashíach

1- O Messias é Judeu (ver Bamidbar {Números} 24:17; Devarim {Deuteronômio} 17:15 e 18:15).

2- O Messias deve ser descendente da tribo de yehudah (Bereshit {Gênesis} 49:10).

3- O Messias deve ser descendente legítimo do Rei David (Shmuel beit {II Samuel} 7:11-29; Tehilim {Salmos} 89:29-37; Yirmyahu {Jeremias} 23:5, 33:15-17; {1º Crônicas} 17:11).

4- O Messias deve ser descendente do Rei Salomão, filho de David. (Melachim álef {1º Reis} 9:4-5, - 1º Crônicas 22:9-10,- 2º Crônicas 7:18)

5- O Messias não pode ser descendente de Jeconias conforme já foi visto no estudo das genealogias (Yirmyahu {Jeremias} 22:24-30).

6- O Messias tem, de acordo com as profecias, a missão sagrada de reunir e restaurar as duas casas de Israel, Yehudah e, Efraim (reino do norte) (Yishayahu {Isaías} 11:1, 10-13-16; 27:12-13; 43:5-6; Yirmyahu {Jeremias} 3:18; 50:4; Yeheskel {Ezequiel} 37:16-25;

7- O Messias e sua vinda se liga intrinsecamente à construção do 3º Templo (Ha-Mikdash), que será símbolo da Aliança de Paz. (Yeheskel {Ezequiel} 37:26-28; Yishayahu {Isaías} 2:1-4; Mychah {Miquéias} 4:1-4; Zecharyah {Zacarias} 6:12-13).

8- O Messias deve trazer Paz para o mundo. (Yishayahu {Isaías} 2:4; 11:6-8; Mychah {Miquéias} 4:3-4; Zecharyah {Zacarias} 9:10-16).

9- O Messias influenciará o mundo todo para reconhecer e servir a UM D’US: o Eterno Criador (Yishayuahu {Isaías} 11:9; 40:5; Sofonias 3:9).

Analisando cuidadosamente estes critérios específicos para se identificar HaMashiach (O Messias), vemos claramente que, mesmo que Jesus tenha sido judeu, ele não preencheu nem sequer um destes requisitos. Conforme já vimos na análise que fizemos das genealogias de Mateus e de Lucas, é impossível enquadrá-lo ali. Ademais o Novo Testamento sustenta que Jesus não teve um pai humano. A TANACH (Escrituras Hebraicas), todavia, descreve muito claro que a genealogia e linhagem tribal de uma pessoa é transmitida única e exclusivamente de forma patrilinear, ou seja, por um pai humano. Veja Bamidbar (Números 1:18) e Yirmyahu (Jeremias 33:17). Estes critérios sobre HaMashiach não se cumpriram ainda, nem no tempo de Jesus e nem depois. Qualquer ministro cristão que queira sustentar que ele cumprirá estes critérios na sua “Segunda Vinda”, não tem base de sustentação, pois as Escrituras não dizem nada sobre HaMashiach chegando duas vezes. Portanto, a Teologia da Segunda Vinda, ou Segundo Advento, não tem base Bíblica. Não se pode afirmar que alguém seja O Messias até que ele preencha todos os requisitos mencionados acima. “HaMashiach” como diz o Rabino Bentzion Kravitz, “não vem para ser objeto de idolatria. A missão primordial do Mashiach é trazer Paz ao Mundo e preencher o Mundo com o Conhecimento de que há UM D'US”, (do livreto: A resposta judaica aos missionários). Li o mencionado livreto do Rabino Bentzion Kravitz, achei maravilhosamente esclarecedor. Ele conta, por exemplo um caso de alguém que passeava em uma floresta e notou um círculo marcado em uma árvore com uma flecha cravada perfeitamente no centro. Metros adiante notou que havia várias árvores com círculos e flechas cravadas bem no cento do círculo. Mais tarde encontrando o hábil arqueiro, lhe perguntou como se tornara um perito a ponto de acertar sempre com tanta perfeição o centro do alvo. O arqueiro respondeu que era muito fácil, pois primeiro atirava a flecha e depois então traçava o círculo de tal modo que a flecha ficasse bem no centro.

Usando a metáfora do arqueiro "perito", o Rabino diz: "Quando examinamos as ‘provas textuais’ que afirmam ser Jesus o Messias prometido, temos sempre de formular a seguinte questão: "Foi uma flecha atirada dentro de um círculo que foi desenhado em volta da flecha?" Em outras palavras, terá esta passagem sido mal traduzida, mal interpretada, mal citada, tirada fora de contexto ou fabricada?" (A resposta judaica aos missionários, pg. 21). Já citei acima vários textos que mostram bem claro os ministros de Roma e suas filhas desenhando círculos em volta das flechas para provar suas doutrinas. Textos isolados do contexto, textos com tradução fraudulenta e agora vamos ver um exemplo de texto fabricado ou inventado. Um exemplo de versículo fabricado encontramos em Mateus 2:23 que diz: “E Jesus chegou e habitou numa cidade chamada Nazaré, para se cumprir o que fora dito pelos profetas: 'Ele será chamado Nazareno”. Ora, nos textos hebraicos não existe tal profecia, e nem a cidade de Nazaré existia nos tempos da Tanach (Bíblia Hebraica). No entanto, o Novo Testamento tenta provar que Jesus era o Messias porque vivia em Nazaré. Mas os doutrinadores do cristianismo fazem um esforço descomunal tentando achar a fonte desta citação nas Escrituras Hebraicas. Vejamos um exemplo na Bíblia de Estudo Pentecostal, nas referências marginais do texto de Mateus 2:23, onde cita Shofetim (Juízes) 13:5 e Tehilim (Salmo) 1:11. Que piada! Isto provoca risos e gargalhadas, é muito xistoso, pois o texto citado de Salmos nem sequer existe. Em Salmos capítulo 1 somente tem 6 versículos, não existe versículo 11. Quanto ao outro texto citado, de Shofetim (Juízes) 13:5, se refere à mulher de Manôach, que recebeu a visita de um anjo que lhe anunciou que ficaria grávida e teria um filho que seria “nazireu de Deus”. Convido o caro leitor a que leia todo o capítulo 13 de Juízes.

Sabemos que a Toráh proíbe certos tipos de alimentos declarados não KASHER aos Israelitas. Veja Vaykrá (Levíticos 11:1-47). Sabemos também que um nazireu, principalmente, tinha que ser rigoroso quanto aos alimentos não Kasher, e além disto, não podiam beber vinho, como foi o caso de Sansão, relatado em Shofetim (Juízes, capítulo 13). Sabemos também que Jesus não era nazireu, pois bebia vinho e comia de tudo (Lucas 7:34), sendo chamado de comilão e bebedor de vinho. Jesus, num discurso anti-Torah que ele fez, declarou puras todas as comidas (Marcos 7:18-20). Veja ainda Vaykrá (Levítico) 11:44 e compare com as palavras anti-Torah de Jesus. Os ministros cristãos, citando Juízes 13:5 como referência, ou como fonte profética para Jesus ser chamado Nazareno em Mateus 2:23, caíram numa total trapalhada. Confundiram Nazareno com Nazireu e vice-versa. É o resultado de “fabricar” versículos para dar autenticidade a um messias impostor. Mas, isto é próprio de Roma, criou um deus à sua imagem e semelhança e fez com que o mundo inteiro o adorasse. O deus de Roma é o deus das nações, o Deus das filhas de Roma é o deus das nações também, especialmente as que formam a "civilização ocidental". O deus de Roma é o deus das guerras, das inquisições, das cruzadas, da escravidão e marginalização de outras nações. Um deus que fez com que muitos povos e tribos inteiras fossem exterminadas da face do planeta, como aconteceu à povos indígenas nas Américas, inclusive, é claro, no Brasil, que também é filha de Roma. O caro leitor pode procurar uma nação dentre as que formam o bloco de nações que compõem a assim chamada "civilização ocidental" ou seja, a Europa Ocidental, a Oceanía e as Américas, e não encontrará uma sequer, nem "umazinha", cujos cidadãos possam dizer de consciência limpa, que vive em uma terra que recebeu de herança de seus ancestrais e que sempre foi deles desde à fundação do mundo. Terra recebida de herança do Criador, no Ocidente não existe. Todas estas nações foram plantadas como erva daninha em terras alheias, cujos povos nativos continuam oprimidos, sem pátria, na própria pátria; muitos deles, nem sequer o direito de se considerar "gente", não lhes é concedido. No Brasil é comum se ouvir pessoas dizerem: “ÍNDIO NÃO É GENTE... É BICHO BRAVIO DO MATO”. E tudo isto é uma situação criada em nome do deus de Roma que se diz Ter se sacrificado para "salvar a humanidade", no entanto, o que se fez foi criar uma "civilização que não se sustenta com base na justiça e na moral". Amor, nesta "civilização", é uma utopia, pois já não se vê mais quase nem no seio das famílias e entre casais; amor é apenas o tema preferido dos pregadores eloqüentes nos púlpitos domingueiros de suas igrejas com suas palavras vazias. Somente os cínicos continuam a chamar "isso" de "civilização". Já produziu os frutos de um verdadeiro fracasso; estas nações, filhas de Roma, não faz justiça pelos próprios cidadãos do país. Também pudera! A JUSTIÇA É SIMBOLIZADA POR UMA MULHER COM OS OLHOS VENDADOS, COM UMA ESPADA EM UMA DE SUAS MÃOS E NA OUTRA UMA BALANÇA. O que se estuda numa Faculdade de Direito, não é nada mais nada menos do que “Direito Romano”.

Madame Justiça segura uma espada e uma balança.

Tem os olhos vendados e uma Serpente enrolada

nos pés (a Serpente, segundo o conceito da

pseudo-Civilização Ocidental representa a mentira

e a Falsidade)!

Que tipo de "Justiça", ela representa?!?!

Quem se aventura a me dar uma resposta razoável,

honesta, lógica, sem se auto-condenar?

Advogados, juristas e até magistrados, especialmente àqueles mais "metidos" a eruditos, que gostam de falar palavras chaves em Latim (Língua Oficial de Roma), quando inquiridos sobre o porquê da venda nos olhos da “Madame Justiça”, respondem com ares de sábios, fazendo um bonito discurso, apresentando o assunto de tal forma que chega quase a convencer de que é uma grande virtude ela ser cega.

Tudo isto, frutos do deus de Roma e seu Cristianismo alicerçado em fraudes e trapaças. Uma nação criada com alicerces na injustiça, invadindo e destruindo uma nação para se criar outra nação, jamais conseguirá fazer justiça pelos seus próprios cidadãos. Corrupção está na ordem do dia. O índio lá de dentro da floresta sagrada está observando o "espetáculo" que é a "civilização" dos invasores e sorri; ele tem esperança de dias melhores, em que com Justiça, sua nação seja restaurada à Era de Ouro do “Eldorado”. Na Bolívia, estamos, vendo um início bem positivo de restauração, com a ascensão de Evo Morales, um filho legítimo da nação Aymará (Filho da Terra) à presidência da República. Num país que vivia um regime, chamado de "Apartheid Andino", isto representa um bom começo de restauração. No Peru, conseguiu-se eleger, pela primeira vez na história de um país colonizado por Espanhóis, para a presidência da república, um cidadão de descendência indígena (Alejandro Celestino Toledo Manrique) e que, parece incrível mas é casado com uma mulher judia (Elaine Karp, filha de judeus). Ele governou o Peru após a queda do impostor e golpista Fujimori (28 de julho de 2001 a 28 de julho de 2006). Nada é por acaso, isto tem um profundo significado. É o embrião de uma restauração. Os Incas estão escondidos nas partes intra-terrenas da Terra com todo o seu ouro, aguardando o dia em que não haja mais vestígios de cultura espanhola no Peru, para aflorarem à superfície restaurando sua nação. O Paraguay, é uma nação essencialmente Guarani, cujo governo tem feito de tudo para restaurar a cultura Guarani. Depois da justa queda do ditador Alfredo Stroessner (que seu maldito nome caia no esquecimento), a língua Guarani voltou a ser idioma oficial no país.

O 8º item dos critérios e requisitos para se reconhecer e identificar Há-Mashiach por ocasião de suas manifestações, é trazer PAZ PARA O MUNDO. Restaurar a Paz no Mundo. O Profeta Mychah (Miquéias) 4:3-4 diz: "E julgará entre muitos povos e castigará poderosas nações até mui longe; e converterão as suas espadas em enxadas e as suas lanças em foices; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra. Mas assentar-se-á cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do SENHOR dos Exércitos o disse”. O que será que podemos compreender no fato de HaMashiach (O Messias) castigar nações poderosas, mesmo as mais distantes? Nações que, como disse acima, foram plantadas por cima de outras nações, serão visitadas por HaMashiach e castigadas, sendo as terras legitimamente devolvidas aos seus habitantes originais, ou seja, os povos nativos da Terra. Se cumpre então a profecia que diz: “...cada um debaixo da sua figueira, e não haverá quem os espante, porque a boca do SENHOR dos Exércitos o disse”. Veja Mychah (Miquéias) 4:4. Neste tempo, o Beit HaMikdash (Casa do Templo) em Yerushalaym (Jerusalém) já deverá ter sido reconstruído no seu lugar determinado pelo Eterno. Diz o Profeta: “Então as nações conhecerão que EU SOU O ETERNO que consagro Israel, quando estabelecer o meu Santuário no meio deles para sempre”. Veja Yiechezkel (Ezequiel) 37:26-28.

É então que se cumpre outra importante profecia dos Santos Profetas de Israel. Está dito: “Acontecerá (no futuro) que o monte da Casa do Eterno será estabelecido no cume dos montes e se elevará sobre as colinas. Povos para ali acorrerão. Nações por-se-ão a caminho e dirão: 'Vinde Subamos à montanha do Eterno, à Casa do D’-us de Yaacov (Jacó). Ele nos mostrará seus caminhos e andaremos por suas veredas. porque de Sião sairá a Lei, e a palavra do Eterno de Yerushalaym (Jerusalém)”. Veja Mychah (Miquéias) 4:1-2 e Yishayahu (Isaías) 2:2-3.

Nestas alturas, as nações poderosas que estavam plantadas como parasitas em cima de outras nações, e dominando com tirania sobre tantas outras, terão sido castigadas e já não existirão. Veja mais uma vez os Profetas Yishayahu (Isaías) 2:4 e Mychah (Miquéias) 4:3-4. Estas mencionadas nações poderosas serão destruídas na guerra de Gog e Magog, predita pelo Profeta Yiechezkel (Ezequiel), a mesma guerra é chamada pelo Profeta Yo'El de “guerra do vale da decisão”, e pelo Profeta Zecharyah – Zacarías de “guerra de juízo”. Veja também Yiechezkel (Ezequiel), capítulos 38 e 39; Yo'El (Joel), Capítulo 3 e Zecharyah (Zacarías), capítulos 12, 13 e 14. Já que o prezado leitor deve estar lendo estas profecias citadas, em sua Bíblia, tenho o dever de chamar a atenção para mais uma fraude praticada por Roma nas traduções cristãs em Zecharyah (Zacarías) 12:10. Veja minha Página que esclarece este texto: “Sobre Zacarias 12:10 – Quem foi Transpassado?”  Segundo este texto com tradução fraudulenta os ministros cristãos aplicam à vinda de seu ídolo nos céus, sendo contemplado pelos judeus, que contritos, aceitá-lo-iam. Na verdade, basta uma breve olhada no sistema de pontuação da Tanach (Bíblia Hebraica), para se tornar claro que se refere a uma guerra fratricida entre irmãos, da qual se arrependerão. Já vimos acima que na Era Messiânica, as nações irão a Yerushalaym (Jerusalém) para aprenderem os caminhos do Eterno e a sua Lei (Toráh). Veja mais uma vez Yishayahu (Isaías) 2:2-3; Mychah (Miquéias) 4:1-3.Diz ainda o Profeta Zacharyah (Zacarías) 8:23: “...Assim fala o SENHOR de Todo o Poder: Naqueles dias dez homens de todas as línguas faladas pelas nações, agarrarão um judeu pela aba de seu manto, dizendo: "Queremos ir convosco, pois tempos ouvido dizer que D’-us está convosco”. Não existe nenhuma base para alguém acreditar que os judeus tenham algo a aprender com os "cristãos" que são ministros de Roma. Ao contrário, as profecias são claras, as nações tem tudo a aprender dos judeus. Na verdade, para um judeu, um romano não é de confiança, nem depois de morto e enterrado a quarenta anos. Como vimos o Jesus, deus de Roma, criado por Roma à sua imagem e semelhança, oferecendo-se como sacrifício humano para ser adorado como se fosse o próprio D’us, pelos reis das nações, não tem nada de Messias prometido. É uma fraude, uma farsa. Quando um missionário cristão, especialmente os pentecostais (filhos ou filhas de Roma) se aproximam de mim, numa abordagem, na maioria das vezes sem ética, de forma quase violenta dizendo: “...JESUS TE AMA!...”, eu, geralmente lhes respondo: "Que romântico! Mas... já sou comprometido!” Não posso deixar de me lembrar das recomendações da Torah quanto a estas abordagens. Na Torah está dito: "SE TEU IRMÃO, FILHO DA TUA MÃE, OU TEU FILHO OU MULHER QUE CINGES A TEU CORAÇÃO, OU TEU PRÓXIMO, QUE É COMO TÚ MESMO, VIEREM ESCONDIDOS TE FAZER ESSA PROPOSTA: 'VAMOS SERVIR A OUTROS DEUSES', ESSES DEUSES QUE NEM TÚ, NEM TEU PAI CONHECEIS, ENTRE OS DEUSES DE NAÇÕES PRÓXIMAS OU DE LONGE, QUE VOS RODEIAM DE UM LADO AO OUTRO DO TERRITÓRIO, NÃO ACEITARÁS, NÃO O ESCUTARÁS, NÃO TE COMPADECERÁS, NÃO TERÁS PIEDADE DELE, NEM O DEFENDERÁS; PELO CONTRÁRIO: TENS O DEVER DE MATÁ-LO. TUA MÃO SERÁ A PRIMEIRA A CAUSAR-LHE A MORTE, E A MÃO DE TODO O POVO CONTINUARÁ: TÚ O APEDREJARÁS, E ELE MORRERÁ POR TER PROCURADO ARRASTAR-TE PARA LONGE DO ETERNO, TEU D’US....". Veja Devarim (Deuteronômio) 13:6-10.

A Torah (Lei do Eterno dada a Israel) manda matar estes pregadores, seja quem for, mesmo um íntimo da própria família, pois a idolatria é algo gravíssimo; é como já disse antes na minha Página “Elucidação da Idolatria”, a negação do SER, que é tua própria vida dentro de ti. Como diz o Salmista: “Eis que sois deuses (Heb. Elohim), vós todos sois filhos do Altíssimo”. Veja Tehilim (Salmos) 82:6. Mas quando a pessoa prefere negar o Sagrado que está dentro de si, o SER, o EU SOU CONSCIÊNCIA, a Consciência Cósmica, a Centelha Divina, a VIDA, o Ruach HaKodesh (Sopro Divino), o Espírito Santo, em fim, me faltam palavras adequadas para verbalizar o MISTÉRIO que reside no recesso mais secreto de nossa própria alma, que a pessoa nega ao procurar deuses estranhos, e procura com isto, a MORTE. Todavia, continua o Salmista; “Como homens morrereis e caireis como qualquer dos príncipes”. Veja Tehilim (Salmos) 82:6-7. Parece à um observador superficial, uma Lei cruel, que manda matar sem piedade àquele que tenta nos desviar de nossa Divindade Interior para acompanhá-lo rumo às trevas exteriores. Mas, o buscador sincero da verdade, que procura o auxílio da sabedoria interior para compreender os Mistérios da Vida e da Morte, procurando beber de águas profundas e limpas, direto na Fonte, certamente chegará a compreender o Mistério envolvido no Mandamento da Torah, ao ordenar matar o idólatra que tenta desviá-lo. A verdade é que um idólatra consumado e convicto de seu ídolo, já está morto precisando apenas de quem o enterre. Com certeza o caro leitor já ouviu muitas estórias e lendas de zumbis, vampiros e lobisomens. São seres mortos vivos, que para se manterem na condição de meio vivo e meio morto encarnam demônios e se alimentam da carne e do sangue de seres vivos. O zumbi se alimenta de carne; o vampiro de sangue; o lobisomem também se alimenta de sangue. Cumpre ao leitor saber que toda lenda tem um fundo de verdade. O caso do lobisomem é reconhecido cientificamente e é uma doença chamada pelos psicólogos e psiquiatras de Licântropia ou Esquizofrenia Licantrópica, em que o paciente se sente meio homem e meio lobo. Existem casos em que durante as crises chegam realmente a crescer pêlos no corpo. Já os casos do zumbi e do vampiro, não há comprovação e permanecem mais no campo da lenda. O caso dos missionários cristãos idólatras é similar, porém mais sofisticado e refinado, por isso engana as multidões. O idólatra que abandona o Único D’us Interior, para sair em busca de uma "realidade inexistente", é animado por demônios e se alimentam das almas alheias. Quanto mais almas eles ganham mais fortes se sentem. Por isso são tão ávidos em ganhar almas, e para isto as igrejas promovem missões, caravanas nacionais e internacionais de grandes proporções e muito dinheiro é envolvido em tais campanhas. Isto é vampirismo de almas. Isto é terrivelmente real. Por isto o Mandamento da Lei é matar sem piedade. Na verdade já estão mortos. Matá-los é um caso de legítima defesa. Não sou eu quem digo, é na Bíblia que está escrito. Houve o caso de um Pastor de missões internacionais, famoso e escritor de livros sobre evangelismo, que orou ao seu deus dizendo: “Senhor, dá-me almas ou morrerei”. Ele se queixava ao seu senhor porque ganhara naquele dia apenas 400 almas, quando poderia ter sido 401. É o desespero para ganhar almas. É uma guerra que se desenvolve nos planos espirituais. Um dos argumentos favoritos dos pregadores são os milagres e prodígios que supostamente se realizam nas igrejas fracionadas e inflacionadas (as filhas de Roma), que se proliferam hodiernamente. Tentam inculcar na mente das pessoas que eles tem verdade porque fazem milagres. Assim enganam as multidões. Na Torah está dito: “Quando um profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, e dizer: Vamos após outros deuses, que não conheceste e sirvamo-los, não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o Eterno Vosso D’us, vos prova, para saber se amais o Eterno, vosso D’us, com todo o vosso coração e com toda a vossa alma. Após o Eterno, vosso D’us, andareis, e a Ele temereis, e os Seus Mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a Ele servireis, e a Ele vos achegareis. E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o Eterno, vosso D’us". Veja Devarim (Deuteronômio) 13:1-5. Definitivamente, milagres e prodígios não provam em absoluto, que alguém seja portador da verdade. Para mim, o maior milagre é o Eterno me dar Sabedoria e me livrar de envolvimento com a idolatria. BARUCH ATÁ ADONAY ELOHEINU, MELECH HAOLAM, SHELÔ ASSANÍ GÓI – Traduzindo: “Bendito és tu Eterno, nosso D’us e Rei do Universo, porque não me fizeste um idólatra”.

Pequena consideração sobre o "Santo Graal"

Não poderíamos deixar de falar ainda neste tópico, deste humilde trabalho, um assunto que vem provocando uma polêmica a nível mundial nestes últimos tempos. Trata-se do Livro de Dan Brown, "Código Da Vinci", escrito inspirado no Livro de Margaret Starbid, "Maria Madalena e o Santo Graal – A Mulher do Vaso de Alabastro", e no Livro "O Santo Graal e a Linhagem Sagrada", de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln. Um suposto relacionamento matrimonial entre Jesus e Maria Madalena, gerou uma suposta linhagem real, denominada de "Linhagem do Santo Graal". Segundo alguns, a Dinastia dos Carolíngeos, da França, seria desta linhagem. Isto não se sustenta pelo simples fato de já termos provado no decorrer desta Página que Jesus não é definitivamente o filho da linhagem real do Rei David. Ficou sobejamente provado que, sendo Jesus filho apenas de Maria, e não sendo filho biológico de José, as genealogias estão presentes nos evangelhos apenas para “encher lingüiça”. Sendo assim, esta questão de uma suposta linhagem real de Jesus e Maria Madalena, vem a ser apenas uma inútil especulação vazia que não leva a nada. Isto é tudo. Quanto ao Mistério do Santo Graal, continua sendo um “Mistério”. Inalcançável, principalmente por especuladores de mercado de livros. Portanto, definitivamente, Jesus não é o Messias, nem Profeta, nem Sacerdote, muito menos da Sagrada Ordem de Melki-Tsedek, que não está disponível para impostores. Jesus é apenas o Ídolo das Nações Ocidentais, as quais tem uma dívida impagável para com os povos nativos das terras onde se encontram.

Abaixo eu estou postando um Estudo sobre o Livro do Profeta Daniel, o qual você pode baixar e estudar. Vale o esforço de estudar: 

Profecias de Daniel.pdf (356,4 kB)


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