Elucidação da IDOLATRIA

(Um Desafio à Pseudo-Civilização Cristã Ocidental, chamada Indo-Européia) 

“Advirto-te, seja quem fores! Ó tu, que desejas sondar os Arcanos da Natureza; se não encontrares dentro de ti aquilo que procuras, também não poderás encontrar fora. Se ignoras as excelências de tua própria casa, como pretendes encontrar outras excelências? Em ti está oculto o Tesouro dos Tesouros! Oh Homem... Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses”. (Frase contida no Pórtico do Templo de Delfos, na Grécia antiga, cuja construção estima-se em 800 a. E. C.).

 

CONCEITO DE D'US

 

Conceito Macrocósmico

O Eterno é UM

O Eterno é UNO

O Eterno é TUDO

O Eterno é o TODO

TUDO está no TODO, e o TODO está em TUDO. 

 

Conceito Microcósmico

O Eterno é o SÊR

O SÊR é o Íntimo dentro de mim

O SÊR é o DIVINO dentro de mim

O SÊR é a VIDA que palpita em mim.

O SÊR é o SÊR.

E a razão de ser do SÊR é o SÊR

A antítese do SÊR é o Não SÊR.

A idolatria consiste na negação do SÊR

A comunhão com o SÊR dentro de mim é vida.

A adoração de um ser externo, seja animal, vegetal, humano ou, que é ainda pior, um objeto inanimado (estátua ou um monumento), é idolatria e é MORTE.

Creio no D'us Primordial que Criou o

homem e os Deuses,

não no deus criado pelo homem.

 

Conceito Teológico Panenteísta

O Eterno é UM.

O Eterno não é um ser antropomórfico pessoal.

O Eterno é o Ser invisível presente em tudo que tem VIDA e em todos os seres vivos em todo o Universo.

A crença no Eterno como um Deus pessoal, pode não ser idolatria, mas é, com indubitável certeza, a porta aberta para a idolatria. Portanto o Monoteísmo é a porta para a idolatria. Quanto ao Politeísmo (muitos deuses), em nosso modo de compreender, está inteiramente fora de cogitação.

Cumpre-me dar mais detalhes esclarecendo sobre o Panenteísmo (do grego pan, "tudo", "todas as coisas"; e theós, "deus"), que é a doutrina que ensina ser a identidade substancial de D'us e do Universo, uma UNIDADE absoluta e indivisível. ELE é a ESSÊNCIA de tudo o que existe. Tudo existe NELE.

D'us é Oculto e Imaterial, acima e além de toda existência material, e Sua Santidade é Infinita. O Eterno - Bendito Seja - é UNO, singular e indivisível, e não existe unicidade paralela à DELE na Criação; por isto, NADA pode ser comparado à ELE. ELE apenas é a Divindade, sobre a vastidão de todo o Universo, e a fonte de toda existência.

ELE É A EXISTÊNCIA ABSOLUTA

ELE concedeu existência forma e continuidade à todos os mundos. Não há nada paralelo à ELE, nem segundo, nem terceiro; porque ELE é - ELE foi e ELE será para sempre UNO. Não há Divindade além DELE. Ele Criou nosso Mundo e tudo o que está além de nosso Mundo.

No Sêfer HaZôhar (Livro do Esplendor) está dito: "D'us está em Tudo e Tudo está NELE, pois ELE se reveste no Mundo".

É como eu costumo dizer como uma máxima: "Tudo está no Todo e o Todo está em Tudo". NADA está, nem subsiste separado do Eterno.

Já que o mundo existe dentro de D'us, e D'us existe dentro do mundo, é tarefa do Sábio, descobrir a camada Divina subjacente a todo fenômeno do cotidiano.

O Panenteísmo Xamânico e Kabalista acentua que toda a Natureza está animada pelo Alento Divino.

Na Tradição Oral Guarany, a essência de Tupã Tenondé é Ñamandú, o Imanifestado, a expressão do Grande Mistério Criador de todas as Coisas Vivas. O UNO.

Segundo Maimônides, o Rambam, D'us é verdadeiramente UNO, e sua Unidade é sem par, indivisível sob qualquer aspecto, e devemos saber que D'us não tem qualquer atributo, forma ou maneira com a qual possamos expressar Sua verdadeira essência. Constatamos apenas que Ele é e não o que Ele é. "... Nada existe senão o Altíssimo e Sua Obra". Guia dos Perpléxos, págs. 97, 102-103 e 118.

Quando intentamos comparar o Eterno, ou imaginá-lo, pelos Seus atributos, estamos arranjando "forma" para Ele e nos colocamos no perigoso ponto de partida para a idolatria.

Continuando a citar Maimônides, em sua obra magistral, a Mishnê Torah, diz ele: "O princípio básico de todos os princípios fundamentais e o pilar de todas as sabedorias é conscientizar-se que há um Ser Primeiro que originou a existência de tudo. Todas as coisas existentes, quer celestiais, terrestres ou pertencentes a uma classe intermediária, existem apenas através de Sua Existência verdadeira.

Se supusessemos que Ele não existe, seguir-se-ia que nada mais poderia existir.

Se, porém, fosse suposto que todos os outros seres não fossem existentes, Ele, apenas, ainda existiria. A Sua não-existência não envolveria a Sua inexistência, pois todos os seres têm necessidade d'Ele; mas Ele, abençoado seja, não tem necessidade de nenhum deles. Daí a Sua essência real ser diferente da de qualquer um dos seres." Mishné Torá, pág. 123.

Concluímos a nossa consideração citando como "coroa" da minha proposição o texto da Torah, onde está dito: "Não há nada além d'Ele." Veja Devarim (Deuteronômio) 4:35.

Minha explicação sobre o Panenteísmo se torna necessária devido ao fato de esta palavra despertar preconceito nos ocidentais, mormente de formação cultural cristã, que se dizendo "monoteístas", paradoxalmente, são "triteístas", o que vale a mesma coisa que "politeísta"; portanto, idólatras.

A palavra "monoteísta" se originou com o Faraó Akenaton, com a sua famosa proclamação de um só deus "Amon-Ra", ou simplesmente "Aton" (deus-sol). Idolatria. Akenaton significa "filho do sol". É assim conhecido no misticismo egiptólogico.

Diz ainda Maimônides, o Rambam: O Sagrado, abençoado seja, percebe Seu Ser verdadeiro e o conhece como é, e não como um conhecimento externo a Si mesmo (ao contrário, o nosso conhecimento e nós mesmos somos separados). Mas como o Criador, abençoado seja, Seu conhecimento e Sua Vida são Uma, em todos os aspectos, a partir de todos os pontos e por mais que concebamos a Unidade. Se o Criador vivesse como vivem outras criaturas e se o Seu conhecimento fosse externo a Ele mesmo, haveria uma pluralidade de divindades tais como Ele mesmo, Sua Vida, Seu conhecimento; porém, tal não se dá. Ele é Um em cada aspecto, de cada ângulo e em todas as formas nas quais a Unidade é concebida. Daí, advém de que D'us é Aquele que sabe, é sabido e é sabedoria - todos estes sendo Um. Isto está além do poder da fala exprimir, além da capacidade de o ouvido ouvir e da mente humana aprender claramente. A Escritura, conseqüentemente, diz: 'Pela vida do Faraó' e 'Pela vida de tua alma'. Mas não

'Pela vida do Eterno'. A frase antes empregada é 'Como D'us vive', porque o Criador e Sua Vida não são duplos, como se dá com seres viventes ou anjos. Por isso, também, o Divino não identifica e conhece as criaturas por causa delas (como nós fazemos), mas por causa de Si mesmo. Conhecendo-Se, Ele conhece tudo, pois tudo está associado a Ele, em Seu Ser. Isto se encontra no primeiro volume da Mishné Torá, a magistral Obra de Maimônides: "O Livro da Sabedoria", págs. 128-129.

Estas coisas que foram ditas representam apenas uma gota no oceano, em comparação com o que se encontra em segredo a respeito deste assunto. Estes princípios formam aquilo que se chama na Qabalah de: "Maassê Merkabá" - "Teogonia da Carruagem Divina, ou Celestial" (Yeheskel [Ezequiel] cap. 1).

O Mistério é GRANDE.

O Grande EU SOU

EU SOU

EU SOU O QUE SOU.

EU SOU A VIDA.

EU SOU A LUZ.

EU SOU A LUZ QUE BRILHA EM TODA PARTE.

Na Torah Hebraica consta que Moshê (Moisés) viu uma moita de sarça pegando fogo, porém lhe chamou a atenção e aguçou a sua curiosidade o fato de que a sarça apesar de estar ardendo no fogo, não se consumia, e ele se aproximou para ver de perto o prodígio, quando então ouviu a voz do Eterno que lhe dizia do meio da sarça que tirasse as sandálias dos pés porque o lugar onde estava pisando era sagrado. E assim fez Moshê. O Eterno então disse para Moshê: “EU SOU o Deus de teu pai, o Deus de Avraham (Abraão), o Deus de Ytzhak (Isaac), e o Deus de Yaacov (Jacó).” Shemot (Êxodo) 3:2-6.

Na ocasião, continua o relato sagrado da Torah, o Eterno disse a Moshê, que este havia sido escolhido para libertar o povo de Israel da escravidão no Egito, e que haveria de fazer este grande ato acompanhado de prodígios e realizações de fenômenos psíquicos de efeitos físicos. E então Moshê perguntou ao Eterno: “Eis que eu irei aos filhos de Israel, e lhes direi: O Deus de vossos pais enviou-me a vós. Se eles me perguntarem: qual é o Seu Nome? Que lhes hei de responder? E o Eterno disse a Moshê: Dirás isto aos filhos de Israel: EU SOU O QUE SOU, e dirás: EU SOU me enviou a vós”. Veja Shemot (Êxodo) 3:13-14.

EU SOU (Hebraico: אֶהְיֶה) em hebraico: Ehyeh-Asher-Ehyeh ( אהיה אשר אהיה ). Aqui está sintetizado todo mistério do SER. O Rei David diz em Tehilim (Salmos) 82:6 “Vós sois deuses” Se as escrituras nos chama: deuses, e a Escritura não pode falhar, eu não estou pecando quando digo; EU SOU. EU SOU A LUZ QUE BRILHA EM TODA PARTE. Pois a Essência da Vida, que está dentro de mim, o “EU SOU CONSCIÊNCIA”, que me faz consciente de SER o que SOU, é o mesmo Poder que me mantém vivo. Eis aí o Grande Arcano, o Arcano dos Arcanos; o Arcano de toda a Ciência.

Diz o Mestre: “Não me busques, mas penetra em ti mesmo e conhece-me”.

Não busques o que está vivo, mas a VIDA.

CONCEITO DE IDOLATRIA

O que eu disse acima sobre o Sacratíssimo EU SOU, não deve jamais ser confundido com o ego externo da personalidade.

A primeira de todas as Leis do Eterno, manda “Não praticar a Idolatria”. Portanto, assunto desta Página é a idolatria, que quando praticada pelo homem, deixa a porta aberta para todos os tipos de crimes, os mais hediondos e inomináveis. Por isto, precisamos tratar do assunto com muito cuidado, em todas as suas minúcias, para que seja bem compreendido.

A Bíblia é composta de: Torah (Lei), que são os cinco livros de Moshê (Moisés); Neviim (Profetas), que são os livros de profecias, onde os profetas de Israel chama a atenção do povo para a obediência à Torah (conjunto de Leis dadas pelo Eterno à Israel); Ketuvim (Salmos e Escritos), que são os livros históricos e os poéticos. A Bíblia Hebraica se chama ‘TANACH’, que é abreviatura dos três nomes: Torah, Neviim e Ketuvim (ou Chetuvim). A Bíblia cristã é acrescida de uma segunda parte chamada de Novo Testamento.

Peço ao leitor, encarecidamente, que esteja bem consciente de que ao abrir a Bíblia naquela primeira parte que se convencionou chamar de Velho Testamento, você estará pisando em solo hebraico. Porquê? Por que não se trata apenas do idioma hebraico em que foi originalmente escrito, mas se trata do patrimônio mais do que cultural de um povo, de uma nação: ISRAEL.

Da mesma forma, tenha o leitor em mente, que ao abrir a parte segunda, chamada Novo Testamento, estará pisando em Solo Romano, não somente pelo idioma latino, até mesmo porque o Novo Testamento foi originalmente escrito em grego e a cultura romana é na verdade greco-latina, mas o que eu quero dizer é que o Novo Testamento é patrimônio cultural e muito mais do que isto, de toda a civilização ocidental Indo-Européia.

A Torah é o elemento básico da civilização judaica; e o assim chamado Novo Testamento é o elemento básico da civilização ocidental cristã. Vou tratar dos assuntos de Roma e do Novo Testamento em capítulos próprios, sobre os quais temos muito a considerar.

Sou Xamã; praticante da gema espiritual dos povos nativos de todas as regiões do planeta. O Xamã, para a maioria das pessoas de médio nível de conhecimento cultural, é um Sacerdote Indígena, e para muitos, uma figura lendária, ligada à feitiçaria e ao fetichismo idólatra. O Dicionário define o Xamã como “feiticeiro, pajé, curandeiro”. Eu prefiro definir como Sacerdote da Natureza; portanto, trabalho com as forças da Natureza, com a Medicina da Floresta. Feiticeiro? pode ser. Curandeiro? Sim. Sem a menor sombra de dúvida! Afinal, sou Médico Naturopata, ou seja, Terapeuta Holístico; em resumo, Curandeiro. Mas, definitivamente não sou idólatra. Tanto isto é verdade, que, quando tomei a decisão de escrever este trabalho, foi com claro objetivo de desmascarar a idolatria, e o farei, doa a quem doer. Durante dois mil anos de páginas negras da História do Cristianismo, ninguém mais do que o pagão xamã foi acusado de práticas idólatras e pactos com demônios. Milhares de Xamãs foram assados vivos nas fogueiras da inquisição.

Milhares de aldeias indígenas foram massacradas e extintas, sacrificadas no altar do cristo do cristianismo, acusadas de idolatria e por interesses materiais mesquinhos dos colonizadores. Ainda hoje, em pleno século vinte e um, centenas de missionários cristãos, católicos ou evangélicos, saem com uma bíblia na mão, em busca de aldeias nativas da Amazônia ou da África, para, segundo eles, salvar vidas e livra-las da idolatria. Sou pagão e sou Xamã, mas não sou idólatra, e vos digo solenemente que, os povos indígenas não precisam do cristianismo, pois este lhes causam estragos e ruína, no corpo e na alma. Por isto, se faz realmente necessário e urgente compreender claramente o que é idolatria.

Se o caro leitor abre a Bíblia naquela parte chamada de Velho Testamento, verá que os livros históricos (Ketuvim) mostram a luta constante contra a idolatria. Principalmente o rei Acab, que foi o campeão de práticas idólatras na história de Israel. Foi advertido muitas vezes pelos profetas, principalmente o Profeta Elyahu (Elias), mas não teve jeito, foi o maior adorador de Baal, que levou Israel a se rebelar contra Torah. Melachim Álef (Iº Reis) cap. 16 até 22.

A luta contra idolatria que insistia em contaminar Israel durante toda história de seus reis culminou, com a destruição de Yerushalaym (Jerusalém), no ano 608 da Era antes do Cristianismo por Nabucodonosor, Rei de Babilônia. O Eterno permitiu isto como castigo pela desobediência à Torah. Leia-se Divrey Haymim Beit (II Crônicas) 36: 15-17.

Sobre a idolatria em si vamos definir agora em que consiste e porque é tão grave esta transgressão da Lei do Eterno. Começamos dizendo que eu evito quase sempre, na medida do possível, o uso do vocábulo greco-latino “Deus”, porque este termo tem, ao meu ver, muito mais a ver com “Zeus”, da mitologia grega, do que com o Criador do Universo. Gosto de me referir a Ele como “Eterno”, o Íntimo, o Pai, o Grande Arquiteto, enfim, me refiro à ELE evitando expressões correlatas a nomes próprios; de modo que somente em raras ocasiões utilizo a expressão “D'us”, e quando o faço é só como palavra de retórica, no intuito de tornar mais compreensível o que estou a dizer.

Diz Bereshit (Gênesis) no capítulo 1:26, que o Eterno fez o homem à sua imagem e semelhança. Isto não significa que o homem seja uma "xerox" mal feita, ou seja, que se parece mas não é (denorex). Isto seria conceber o Eterno como um Ser antropomórfico. Isto seria diminuir infinitamente o Eterno, seria, como já disse antes uma porta aberta para a idolatria. Ser a imagem do Eterno significa que somos Seu Templo e Ele habita em nós.

Entre os Indús existe um costume segundo o qual uma pessoa se encontra com outra, faz a seguinte saudação: “Namastê”, que significa: “O Deus que está em mim saúda o Deus que está em ti”. Isto não significa que existe um Deus dentro de mim e outro dentro de você. Significa sim, que, dentro de você existe uma fagulha do Eterno, uma centelha, e dentro de mim, existe também uma centelha do Eterno e Uno, Criador do Universo, e que está, ou melhor, ELE É presente, aqui e agora, em toda a Criação. ELE É A VIDA.

O homem porém, não contente em ter sido feito à imagem e semelhança do Eterno, resolveu criar um deus à sua imagem e semelhança. Foi assim que surgiram os ídolos.

Como conceber o Pai Supremo, o Criador e Senhor do Cosmos? Qualquer idéia de forma que lhe dermos, aí estará uma limitação incompatível com a qualidade essencial de infinito. Não podemos, assim, conceber um deus pessoal que seria a nossa própria imagem e semelhança.

Organizado o nosso cérebro para a compreensão do meio em três dimensões, somente com grande esforço mental poderemos fazer uma pálida idéia do Infinito. Imaginemos porém, uma imensa esfera de Luz puríssima, de uma intensidade tal que nenhum mortal a poderia encarar diretamente a olho nu, cujo centro (a Consciência Divina) estivesse em toda parte e a periferia em parte alguma. Essa Luz inefável, sem limites, é a fonte primeva e Eterna de tudo quanto existe, de toda a VIDA; d’Ela tudo provém (evolução), e a Ela tudo volta (involução), e nada pode fora d’Ela existir. Contém Ela as essências do Bem, do Bom, do Belo. Aí reina a Suprema Harmonia, a Justiça, o Amor, a Onipotência, a Onisciência, a Onipresença.

Que nos seja permitido o viver sempre de conformidade com a Lei. Respiremos então, o alento divino, o alento da Vida Eterna, o qual despertará a Chispa Divina que está dentro em cada um de nós e nos dará a tão almejada Iluminação. A nossa consciência individualizada se unirá, então, à Consciência Cósmica: estaremos no Reino dos Céus.

Mas o homem preferiu criar um deus à sua imagem e semelhança, e, foi assim que surgiram os ídolos das nações, os deuses personificados nos heróis de toda a mitologia, principalmente a grega que, cujos heróis do Olimpo, eram os embriões que, amadurecendo, foram sintetizados em um sincretismo de deus antropomórfico personalizado na figura do ‘CRISTO JESUS’, o ídolo máximo de toda a civilização ocidental. Este ídolo que corresponde ao Baal do tempo de Acab, Rei de Israel, e que foi enfrentado miraculosamente pelo Profeta Eliahu (Elias) no Monte Carmelo, é uma figura sangrenta de alguém que alcançou o status de um deus através do seu próprio sacrifício de sangue. Assim ele se arvorou o direito de sentar no trono do Altíssimo. Confira Isaías 14:12-14.

Eu peço perdão ao Eterno pelo fato de, para ser bem compreendido pelos leitores, ter que chamar o dito cujo pelo nome, neste humilde tratado, uma vez que a Lei proíbe proferir o nome de deuses estranhos aos quais nossos antepassados não conheceram. Veja Shemot (Êxodo) 23:13; Devarim (Deuteronômio) 13:1-18.

O fato, no entanto, é que, esse dito cujo “JESUS”, tem sido comparado pelos Teólogos Cristãos e pelos pais da Igreja, com Zeus Júpiter, etc. Em fim, nele foram reunidos todos os predicados de todos os deuses. Na verdade ele é o pantheon de todos os deuses pagãos.

Qualquer estudioso das Escrituras sabe que é punido com pena de morte quem oferece sacrifícios humanos no altar de qualquer “deus”. O famoso antropólogo Douglas Gillette faz uma reflexiva e significativa pergunta em seu livro “O Segredo do Xamã”, págs. 136-137: “...E que espécie exatamente de ser é o Deus de Amor, cuja terrível "Ira" contra suas criaturas só pode ser aplacada pelo sacrifício humano de seu filho?" Solenemente, e com tremor e arrepios, digo ao caro leitor, que a Lei do Eterno condena como a pior das abominações o ato de sacrifícios humanos. Ver Devarim (Deuteronômio) 18:10; Vaykrá (Levítico) 18:21,29. Apesar disso, o ser humano criou uma religião cuja base teológica se fundamenta no sacrifício humano do “filho de Deus”, e em cujo altar, durante os dois mil anos de páginas negras da fatídica história do cristianismo, foram oferecidos em sacrifício sangrento e queimados, dezenas e dezenas de milhões de judeus, celtas, índios, ciganos, negros e mulçumanos. Como não bastasse as “Cruzadas”, e as fogueiras da inquisição (chamada ironicamente de "Santo Ofício"), na Segunda Guerra Mundial os Nazistas, com apoio moral e financeiro do vaticano, sacrificaram em holocausto no altar macabro do “Cristo”, seis milhões de judeus, segundo estatísticas oficiais, mas existem fontes não oficiais que estabelecem o número de sacrificados em doze milhões. 

Sobre este assunto da Inquisição veja minha Página: "Inquisição - Visão Xamânica".

Não podemos deixar de lembrar aqui, ainda, que o grande ídolo sanguinário dos cristãos, em casos de escassez de vítimas, busca as mesmas em seu próprio rebanho. Cristãos católicos ofereceram, nas fogueiras da inquisição, em holocausto, milhões de cristãos protestantes hereges. Por outro lado os cristãos protestantes sacrificaram em várias ocasiões os cristãos católicos, como aconteceu na Alemanha, e na Saxônia, especialmente na época de Lutero, e, como não lembrar das guerras sectárias da França na época de Saint-Germain, quando cristãos protestantes e cristãos católicos se engalfinhavam em sacrifício mútuo, e isto culminou com a sangrenta matança do São Bartolomeu. Neste dia fatídico as melhores famílias da legítima flor da nobreza de França foram sacrificadas no altar do “Cristo”. Há quem diga que noventa mil pessoas morreram neste dia, muito embora os números oficiais seja menores. E na Irlanda, até os dias de hoje, como todos sabem, cristãos católicos e cristãos protestantes sacrificam uns aos outros no altar sanguinário do deus do cristianismo.

Estes são os frutos da idolatria, que, como já disse alhures, é a porta aberta para todos os mais espantosos crimes. Assim é, que a esmagadora maioria da nações cristãs, são nações fundadas na injustiça, plantadas em cima de outras nações, principalmente as que formam os estados americanos e a parte ocidental da Europa.

São os frutos da adoração ao deus criado pelo homem à sua imagem e semelhança. Se briga, se mata, em nome de um deus que segundo dizem os ministros da máfia do Vaticano, só pregava o AMOR, ironicamente, o cristianismo produz os frutos do AMOR invertido: são os frutos de ROMA. Vamos tratar deste assunto em outra Página.

Na sabedoria da Qabalah Judaica aprendemos a história de Avraham (Abraão), o Patriarca. Consta na Torah que ele conhecia o Deus invisível, a Consciência Cósmica, e quando ele tentou explicar esse conceito a seu pai, foi difícil aceitar, pois seu pai era idólatra (convém esclarecer que o pai de Avraham era materialista, e O MATERIALISMO É O PIOR TIPO DE IDOLATRIA). O que seu pai lhe disse? “Você espera que eu acredite num Deus que não posso ver? Que não posso sentir? Que não posso vender?” Seu pai era mercador de esculturas de ídolos. É de fato, muito lucrativo ser idólatra. Hoje em dia acontece coisa idêntica quando nos aproximamos das pessoas a começamos a falar sobre espiritualidade e ouvimos: "por favor, não fale de espiritualidade para mim pois sou uma pessoa racional e só acredito nas coisas que eu posso ver, sentir ou que posso vender". Daí, compreendemos em que consiste a essência mesma da idolatria: o MATERIALISMO. É comum se encontrar pessoas que dizem: "eu acredito no poder do dinheiro", sim, ele tem um grande poder.

Se criou um deus (o Jesus Cristo das multidões e das nações) à imagem e semelhança do homem físico, material. O fruto máximo da adoração idólatra a um homem, filho de mulher, é o materialismo (a busca de valores externos), e o filho primogênito do materialismo (a obra prima do materialismo), é o dinheiro. Na verdade o dinheiro é o referencial máximo da “civilização” Ocidental. O dinheiro é o centro gravitacional em torno do qual "TUDO" está girando, na civilização Ocidental. O dinheiro é, na prática, o ídolo máximo da “civilização” Ocidental. Nestas alturas, o próprio “Jesus” criado pelo homem para ser o seu deus, ficou em segundo plano, e o dinheiro assumiu o “trono”, a primazia. Em torno do dinheiro e do gigantesco Sistema Econômico Internacional, está gravitando a religião, a vida social, a idoneidade das pessoas, a moral, a ciência, a medicina, e, principalmente a justiça, a política, em fim, tudo... tudo... tudo....Uma pessoa têm atendimento vip em tudo na sociedade, se tiver dinheiro. Ganha eleições, têm médico, advogado, têm direitos, têm moral... e, por aí afora... vai longe a lista! Dinheiro compra tudo. Um ignorante e tolo, passa por sábio se tiver dinheiro, e o sábio, sem dinheiro, não têm moral e na prática é apenas um pobre medíocre. Uma pessoa, com dinheiro é, na prática, o “dono da verdade”, o “dono da situação”. Em fim, acho que o leitor já compreendeu sobejamente o que estou querendo dizer. Portanto, aí está a raiz de todos os males da humanidade. O homem está a serviço da economia, quando a economia deveria estar a serviço do ser humano. O ser humano é escravo do dinheiro. A religião, a justiça, a moral, são escravos do dinheiro. Os governantes, o clero, os poderes constituídos, nações inteiras e bloco de nações, são escravos do dinheiro.

E a religião; onde fica em tudo isto? Não fica. Se esvanece. E a espiritualidade? O leitor precisa compreender que existe um abismo de diferenças entre religião e espiritualidade. A religião, principalmente a cristã, que é idólatra por natureza, está a serviço do dinheiro, o grande ídolo. Era este o caso do pai de Avraham. A espiritualidade é nata no ser humano e se acha mais desenvolvida nos povos nativos, especialmente naqueles povos que não sofreram aculturação da pseudo-civilização Ocidental. A essa espiritualidade os antropólogos convencionaram chamar: “XAMANISMO”. Os judeus a chamam: “KABALAH”, ou “Cabalá” (eu prefiro Qabalah). É a espiritualidade praticada pelos antigos, pelos nossos ancestrais, pelos grandes Patriarcas do passado Primordial; praticada pela Comunidade do Deserto e da Floresta. É a Tradição Primordial. Para o povo de Israel, a Qabalah evoluiu com a revelação da Torah. Para os demais povos nativos de todas as partes do planeta, o Xamanismo permanece o mesmo, inalterado.

A Torah foi entregue a Moshê (Moisés) e ao povo Hebreu na montanha do Sinai. O Xamanismo mantém a Tradição Primordial (O PACTO UNIVERSAL) como ela era antigamente.

Alguém pode, talvez com um pouco de razão, achar que estou confundindo as coisas e fazendo uma salada entre Qabalah e Xamanismo. Porém é fácil de entender e passo a explicar.

Há um ponto comum e fundamental entre o Xamanismo Tradicional e a Qabalah Tradicional: A conexão com o Espiritual; ensina as pessoas a transcenderem a forma física e conectarem-se com a Sabedoria Cósmica Universal. E para alcançar a Consciência Cósmica é mister que se purifique de todas as doenças dos os seres humanos comuns; as doenças físicas e mentais, psíquicas: ódio, inveja, autodestruição e destruição dos outros e da Mãe Natureza. Isto significa estar em paz consigo mesmo, com a Mãe Natureza e com o Pai Céu (o Universo); estar em paz com tudo e com todos; é estar em Paz com o TODO.

A Qabalah se relaciona com os textos sagrados de todas as religiões: com a Torah, é claro, bem como toda a Tanach (Bíblia Hebraica); com o Alcorão do Islamismo; com o Bhagavad-Gitá, do Hinduísmo; com Tripi-Taka, do Budismo; com o Edda dos Germanos; com os Vedas que são os registros sagrados dos antigos Sábios Hindustânicos que já existiam antes de existir o Hinduísmo, cujos registros são de fundamento Xamânico. A Qabalah se relaciona até mesmo com o Novo Testamento, conseguindo extrair Luz das densas trevas que constituem o Novo Testamento, pois os Sábios sabem que das "Trevas Nascem a Luz". Foi das Trevas Cósmicas que o Eterno fez sair Luz quando no princípio disse: “Yehi Or" (Haja Luz). É o Verbo em Ação.

Tenho que esclarecer uma coisa importantíssima: As trevas e a luz compõem um TODO indivisível. Nas trevas existe luz; e na luz existem trevas. Quer o leitor uma prova? Passe alguns segundos olhando para o sol e depois feche os olhos e verá o disco solar negro com uma auréola brilhante de luz ao seu redor, mas não cometa a bobagem de olhar o Sol por muito tempo, pois correrás o risco de ficar cego e em trevas para o resto da vida, porque os raios solares lhe queimariam as retinas. É importante que o leitor amado compreenda bem estas coisas e assim estará resguardado pela Sabedoria para não cair na idolatria, pois a idolatria consiste em buscar fora o que está dentro. Portanto caro leitor, se você deseja se certificar da existência do sol dentro de você, basta fechar os olhos e pressioná-los com as mãos e dentro de alguns segundos verás a Luz que há em ti. É desta forma que os sábios Qabalistas extraem a luz de todos os Livros Sagrados de todas as religiões. A verdadeira sabedoria não está nas letras, porém muito além das letras. O sábio sabe ler a Verdade além das letras, que transcendem as letras e alcança mais sabedoria para não somente conhecer a Verdade, mas se fundir com Ela em um TODO, UNO, INDIVISÍVEL, e assim atingir a Libertação e Realização Espiritual. Mas todo letrado que confia apenas na sua erudição para o estudo das letras sagradas, comumente conseguirá enxergar apenas o lado externo do que está escrito correndo o gravíssimo perigo de cair na idolatria; dependendo do seu grau de inteligência, poderá alcançar grandes conhecimentos e ser talvez um grande erudito, porém, nunca um sábio. Poderá conseguir, desta forma, o reconhecimento das massas populares e grande posição social, mas aos olhos do Sábio ele não passa de um “pobre ignorante ilustrado”. Espiritualmente, continua em trevas. Se for idólatra, em trevas mais densas estará.

Voltando a falar do Patriarca Avraham, ele, Sábio da Qabalah, escreveu um livro chamado "Sefer Yetzirah" (Livro da Criação), que contém todos os segredos do Universo em apenas três páginas. Foi escrito em hebraico. Todos os segredos do Universo em apenas três páginas? Como isto é possível? O fato é que todas as demais páginas das edições modernas do Sêfer Yetzirah são apenas explicações e mais explicações destas três páginas. Tomamos o exemplo do simbolismo da semente para explicar este fenômeno.

A Qabalah é a semente de toda a Sabedoria do Univeso. Dentro da Qabalah está tudo o que queremos saber: está a Ciência, a Medicina, a Psicologia, a Parapsicologia, a Metafísica, a Astrofísica, a Justiça e, em uma dimensão superior, trata da Reencarnação, Meditação e Astrologia. Temos aí, tudo sobre a Vida de uma só vez.

Quanto ao Xamanismo, até aqui caminha em um só corpo com a Qabalah. À partir daqui os caminhos do Qabalista e do Xamã se divergem ligeiramente. O Qabalista dispõem do Sêfer HaZohar (Livro do Esplendor, em língua Hebraica), do Sêfer HaRaziel, entre outros, para a interpretação Metafísica do Sêfer HaTorah ( Livro das Leis, Judaico), e de tudo o que há. O Xamã dispõem do "Aranduka Opa yvy apére oiva há oikovéva" (em Guarany, significa: "Livro dos Registros Akhásicos da Natureza"), para explicação dos Mistérios da Vida e da Morte e de tudo o que há. O Livro da Natureza que o Xamã sabe ler, não é composto de um volume de páginas e letras físicas. Para quem puder entender o que estou a dizer, é um Livro escrito pelo Eterno, cujas Escrituras se encontram nas folhas dos vegetais e plantas da Floresta; nas frestas das cascas das árvores; no cantar dos pássaros; no rugir do trovão; na brisa que assopra; no cantar dos grilos; nos sinais das pedras; no comportamento dos animais domésticos e, principalmente os da Floresta, aos quais respeitamos muito; na íris dos olhos; nas linhas das mãos; nas zonas reflexas das solas dos pés; nos pulsos; no perfume das flores; no diálogo com os espíritos Elementais das plantas, animais e das pedras, com os quais, com permissão do Uno e Eterno D'us, podemos nos comunicar (ATENÇÃO: que fique bem compreendido que é proibido rezar à qualquer ser que não seja o Eterno, mas, com a permissão do Eterno, podemos sim, entabular comunicação com seres espirituais das dimensões superiores. Ex.: os Anjos, os Devas, os Elementais, os habitantes de outros Planetas, os seres intra-terrenos e etc. As Escrituras estão repletas de relatos sobre a comunicação dos Seres Angélicos com os homens); e, principalmente nas visões no estado de consciência Xamânico, induzido pelo rufar dos tambores ou pelo uso de plantas da Floresta que tem poderes Enteógenos (Ayahuaska e outras). Nisto tudo o Xamã indígena sente e vive o UNO, ou seja, a perfeita união de Tudo com o Todo, porque TUDO está no TODO e o TODO está em TUDO: A VIDA, a Energia Cósmica, a Consciência Cósmica. E nisso não há a menor sombra de idolatria, porque a legítima adoração do Eterno consiste em adorá-lo no recesso mais secreto de nosso próprio Ser. É ser o Ser; é deixar o EU SOU CONSCIÊNCIA desabrochar em nós como uma flor que desabrocha exalando o seu perfume de Vida para a VIDA. Tudo o que passar disso é idolatria.

E os Elohim (deuses), existem? Sim, existem, sem dúvida alguma. Do contrário a Lei não diria: “Não terás outros deuses diante de mim”. E a adoração de deuses estranhos (externos) é o pior pecado do Universo, conforme estamos nos esforçando para explicar ao amado leitor em toda a extensão deste longo capítulo sobre a idolatria. Mas insistimos em dizer que os deuses existem, e são os Grandes Sábios e Mestres da Sabedoria Superior, Adeptos da Grande Fraternidade Branca Universal, e que merecem o nosso mais profundo respeito e reverência, porém, nunca, adoração. Os Grandes Mestres são seres humanos como nós, mas que lograram a Suprema Realização da Grande Obra, a Realização em D'us, a União com o Grande EU SOU em si mesmos, a ser UNO com o SER, e estão sempre à nossa disposição para nos ajudar e nos orientar em nossa Realização Espiritual. São os Santos Homens de D'us, os Profetas. São deuses que cumprem ao pé da letra o que está nas Escrituras Sagradas: “Vós sois deuses”. Tehilim (Salmos) 82:6. E qualquer um deles que estiver prestes a receber indevida adoração de um discípulo incauto, imediatamente se levanta e diz solenemente: “Não, não faças isto, sou homem como tú e como teus irmãos, adora ao Eterno”. O Eterno está dentro de ti, aqui e agora.

Jamais devemos adorar um “filho de mulher”. Isto é idolatria. E eu digo “filho de mulher” pelo fato de o Cristianismo acreditar e ensinar que Jesus é filho só da mulher. No entanto o próprio Novo Testamento afirma por 64 vezes Jesus se referindo à si mesmo como "Filho do Homem". Diante disso fica claro que Ele tinha um pai biológico; só não era José! Isto implica que Maria cometeu adultério. Vale mencionar aqui que existem textos apócrifos (ocultos) que dizem ser Jesus/Yeshua fruto adulterino de Maria com um soldado Romano de nome Pandirá ou Panthera. O nome dele é conhecido em algumas literaturas como “Yeshua ben Pandirah. No livro O Verdadeiro Caminho da Iniciação, de Henrique José de Souza, lemos: "Jeoshua Ben Pandira é o verdadeiro nome de Jesus, o Cristo, como temos dito várias vezes". Samael Aun Weor, em suas obras Gnósticas, se refere à ele com este nome. E esta versão combina com que dizem muitos Rabinos Talmudistas. O fato é que ele não era filho biológico de José mas era “Filho do Homem”. José era o “chifrudo” (o leitor me desculpe o mau jeito).

Um contradizente de meus escritos argumentou que os Cristãos diziam ser Jesus/Yeshua filho da Virgem Maria, sendo que Virgem em Grego é Parthenos. E que os opositores dos Cristãos fizeram um trocadilho da Palavra Grega Parthenos como Panthera (Pandera) que era nome de um soldado romano. Daí ficou Jesus/Yeshua filho de Pandera em vez de Jesus filho da Parthenos (virgem).  

A “civilização” Cristã Ocidental está afundada no lodo abismal da idolatria e é por isto que se encontra chafurdada em toda sorte de crimes. É culpada do CRIME DE SACRIFÍCIOS HUMANOS.

O Cristianismo não tem mensagem para os índios e os índios não precisam do cristianismo, pois o cristianismo lhes é letalmente nefasto e mortal. É PURA IDOLATRIA.

Devo esclarecer ainda às pessoas interessadas e envolvidas no assunto, que, existem grupos organizados extremamente sectários adorando Jesus com o nome “YESHU’A”. São os assim chamados de "Judeus Messiânicos", que fundam “Sinagogas” denominadas: “Sinagoga Messiânica” e o que eu tenho a dizer para estas pessoas é que são traidores do Judaísmo e do Cristianismo ao mesmo tempo. São igrejas evangélicas travestidas de Judaísmo. Lobos vestidos de Ovelha.

Lobo travestido de ovelha

Existem também grupos sectários denominados: “Testemunhas de Yehôshu’a”, e o que eu tenho a dizer para estes grupos é: nem só pelo fato de estarem adorando o “Filho da Mulher” pelo nome hebraico, significa que estejam adorando o verdadeiro Deus. Isto apenas prova que estão afundados mais na idolatria do que Roma e Suas Filhas (os evangélicos). O próprio fato de serem pessoas eruditas e provarem que o nome idolátrico “Jesus” dá o número 666, comprova ainda mais a dimensão de seu crime perante as Leis do Eterno.

Quanto às pessoas que adoram o mesmo homem com o nome de YASHU’A ou YAUHÚSHU’A, são apenas pobres ignorantes metidos a eruditos.

Tudo isso é IDOLATRIA, cada uma pior do que a outra.

Voltando a falar dos Grandes Mestres Iluminados e realizados, os que são chamados deuses, eu vos digo que em verdade são os Anjos que apareciam aos Patriarcas e Profetas.

Quanto aos Anjos que na teologia se ensina que caíram do céu e coabitaram com as filhas dos homens e estas partejaram gigantes, eu vos digo que é um assunto insondável e obscuro, sobre o qual o único documento disponível é o Sêfer HaEnoch (Livro de Enoque, é um livro raro), que segundo a Tradição, foi escrito pelo Patriarca Enoch, o mesmo Patriarca que segundo a Tradição, com sua Realização Espiritual se tornou um Mestre Ascencionado e se tornou UNO com o seu Real Ser: Ele é o Anjo Metatron. Vale lembrar aqui que houve outro Hanoch (Enoch), o filho de Chaim, que também escreveu um livro. É pura Magia Negra. Infelizmente é fácil encontrá-lo nas livrarias esotéricas.

Ocorre que as traduções que chegam às nossas mãos, do livro de Mestre Enoch (o autêntico), são muito duvidosas. Tenho uma tradução feita a partir de manuscritos que nos chegaram, porém são originais que não considero como tais pois tenho dúvidas de sua autenticidade, mesmo assim é mais completo até mesmo que a tradução de Josué Breves Guerreiro (ele é meu irmão mas estamos em muito sério desacordo, em exércitos opostos, lamentavelmente, mas apesar disto eu o amo) Sacerdote das Testemunhas de Yehôshua. Nossa tradução, eu não teria a ousadia de classificá-la como livro sagrado, reputo a ele no entanto, grande valor cultural. 


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