Contradições do Novo Testamento

 

Maguén David - Estrela Macrocósmica que Representa a Lei -

A ORDEM TEOCRÁTICA NA TERRA 

A ORDEM MÍSTICA DE MELKI-TSEDEK

Manuscrito Cópta  

 

A Bíblia Cristã é uma Fraude

- A Maior Mentira da História 

e a humanidade quase toda acreditou!

como diz a famosa frase de Hitler (a única coisa em que ele

acertou na vida). 

A Brit Chadashá, o assim chamado "Novo Testamento" desautoriza-se a si mesmo como Palavra do Eterno Criador para a Humanidade. É imenso o elenco de contradições e inusitadas as desarmonias contra si mesmo, e isto, é preciso ser acrescido com a menção das gravíssimas agressões contra a Tanach, conforme vimos na nossa Página:  "Confrontando o Novo Testamento com a Bíblia Hebraica ".

Dizem os Chachamim (Sábios) de Israel que o Novo Testamento contém 50.000 problemas, mas, se apresentássemos apenas 1.000 (mil) problemas já seriam suficientes para provocar uma guerra no mundo Ocidental. Neste meu humilde trabalho, estou mostrando apenas uma pequenina parcela desta cifra e creio que até os mais insensíveis ficarão arrepiados, pois o tema sobre a questão da idolatria é realmente chumbo grosso!

Os ministros de Roma e suas filhas, apologistas da fraude, logicamente tentarão de tudo para tentar explicar o inexplicável, porém, em vão!

Já vimos em "Yeshua/Jesus não é Mashiach (Messias)" que o Novo Testamento começa, já no primeiro capítulo de Mateus, com fraudes, mentiras e falsidades, na questão da genealogia de Jesus/Yehoshua. Minha mãe me ensinou, desde a minha mais tenra idade, que tudo o que começa mal, termina mal.

Vimos também a questão do nascimento virginal de Jesus/Yehoshua, doutrina esta que se estabeleceu como a principal plataforma do Cristianismo; a obra prima de Roma.

Quem nasce da mentira não tem jeito de ser outra coisa que não um grande mentiroso. Por isto, volto a afirmar, que Jesus/Yehoshua não se qualifica nem como profeta. Como Messias Prometido? Nem pensar!

Na Torah está dito: "Mas se o profeta tiver a presunção de dizer em meu nome uma palavra que eu não lhe ordenei dizer, ou se ele falar em nome de outros deuses, o tal profeta deverá ser morto. Talvez te perguntes: Como reconheceremos que não é uma palavra proferida pelo Eterno? Se o que o profeta disser em nome do Eterno não se realizar, não acontecer, então não será uma palavra dita pelo Eterno. Por presunção é que o profeta falou. Não deves teme-lo". Veja Devarim (Deuteronômio) 18:20-22.

Em Mateus 24:2, Jesus/Yehoshua diz: "Tomando a palavra, ele (Jesus/Yehoshua) lhes disse: Estais vendo tudo isso, não é? Em verdade eu vos declaro, aqui não ficará pedra sobre pedra: tudo será destruído". Qualquer pessoa que vá à Yerushaláym (Jerusalém), pode ver o Kotel HaMaaravi (Muro das Lamentações, ou Muro Ocidental). É impressionante como a profecia do Nazareno falhou espalmadamente. Há dois mil anos as pedras do Kotel permanecem umas sobre as outras, testificando que um dia houve naquele local sagrado o Beit HaMikdash (Templo), e, que, um dia, será reconstruído, que o Eterno, Bendito seja, permita que seja breve e em nossos dias. Jesus/Yehoshua no entanto, disse que não sobraria nada do Templo. Que fiasco, a falsa profecia de Jesus/Yehoshua! 

Kotel HaMaaravi (Muro das Lamentações)

Jesus/Yehoshua era inimigo da Paz, Não é, portanto, de se estranhar, que ROMA, o anagrama do AMOR, somente tenha produzido frutos de ódio e perseguição durante dois mil anos. A pseudo-civilização cristã Ocidental teve um grade Mestre da Espada: Jesus/Yehoshua, o Nazareno. Disse assim o dito cujo Jesus/Yehoshua: "Não vos ponhais a imaginar que eu vim trazer paz à terra; eu não vim trazer a paz, e sim a espada. Sim, eu vim separar o homem do seu pai, a filha da sua mãe, a nora de sua sogra" (Mateus 10:34-35). Apesar disto, mesmo assim, os mestres da falsidade, ministros do cristianismo, não se cansam de aplicar à Jesus/Yehoshua o título de "Principe da Paz", encontrado em Yishayahu (Isaías) 9:6, cujo texto se aplica unicamente ao verdadeiro Mashiach que virá. O cristianismo gerou ódio em seu reinado de terror e sangue, oferecendo em seu sacrílego altar, em sacrifício: mouros, celtas, judeus, índios, ciganos, etc., em cruzadas, pogrons, inquisição, holocausto nazista,  destruição de povos Indígenas, etc e por aí afora. Cumprindo assim a ordem de Jesus/Yehoshua aos seus discípulos, que matassem os Judeus, "degolando-os como inimigos, em sua presença" (Lucas 19:27 ). Que Barbaridade!

Jesus/Yehoshua era inimigo da constituição de uma Família, da vida Familiar, por isso detonou com os compromissos da Família. Disse ele: "Quem se chegar a mim e não odiar seu pai, e mãe, e esposa, e filhos, e irmãos, e irmãs, sim, e até mesmo a própria alma, não pode ser meu discípulo" (Lucas 14:26). Os teólogos cristãos tentam explicar o inexplicável, dizendo nas notas de roda-pé de suas Bíblias, que "odiar" significa "amar menos", conforme encontramos, essa desculpa "esfarrapada" na Bíblia de Estudo Pentecostal, na Bíblia TEB, na Bíblia Edición de Estudio Reina-Valera, e várias outras. Na Torah está dito explícitamente o dever dos filhos para com os seus pais. Veja Shemot (Êxodo) 20:12, e Devarim (Deuteronômio) 5:16. Jesus/Yehoshua não obedecia a Torah, por isto foi ríspido, descortês e grosseiro com sua própria mãe, publicamente, numa festa (João 2:4). Sendo ele o próprio exemplo de grosseria e conduta anti-Torah, não é de se estranhar a sua doutrina do ódio contra a Família, contra os Judeus e contra tudo o mais que representa "amor". Isto é característica peculiar de ROMA, o anagrama do AMOR. Não é de se estranhar também, de maneira alguma, que o Clero Romano seja avêsso à Família e ao casamento. Em nome daquilo que chamam de castidade, estas árvores secas que não dão frutos a não ser os da devassidão, nos seminários, mosteiros, paróquias e dioceses, praticam pedofilia, homossexualismo e outras coisas mais que não convém mencionar em uma obra que se destina a ser lida por damas e cavalheiros. Ninguém poderá me acusar de falador temerário, uma vez que este assunto é notório através dos escandalosos casos que vieram à público em tempos recentes e foram divulgados pela mídia mundial (No mês de Abril de 2008, o Papa Bento XVI, em sua visita aos Estados Unidos, se viu às voltas com este embaraçoso assunto).

Imagine o leitor, que Jesus/Yehoshua não permitiu a um candidato à discípulo, que fosse fazer o enterro de seu pai, que havia morrido e cujo corpo estava sendo velado em sua casa. Homem sem compaixão! Disse ele: "Respondeu-lhe Jesus/Yehoshua: Segue-me, e deixe que os mortos enterrem os seus próprios mortos" (Mateus 8:22). O profeta Elyahu (Elias) quando chamou Elyshá (Elizeu) para ser seu discípulo, permitiu que Elyshá se despedisse de seus pais e amigos.Veja Melachim Álef (1 Reis) 19:19-21. Ora! Jesus/Yehoshua chegou ao cúmulo de proibir seus seguidores de chamarem seus genitores de "pai" (Mateus 23:9). Pois sim! O Eterno Criador não ensinou tal coisa! Veja Bereshit (Gênesis) 2:24; Shemot (Êxodo) 20:12. Os profetas de Israel, também, não ensinaram tal coisa. Veja Melachim Beit (2 Reis) 2:12; 6:21; 13:14. Não é em vão que os parentes de Jesus/Yehoshua o chamaram de louco (Marcos 3:21)!

Jesus/Yehoshua era inimigo da Mãe Natureza. Diz o texto: "Vendo ao longe uma figueira de bastante folhagem, foi ver se encontrava nela alguma coisa. E tendo se aproximado, não encontrou nada a não ser folhas, pois não era tempo de figos. Dirigindo-se a ela, disse: Nunca mais alguém coma de teus frutos. E seus discípulos o escutavam" (Marcos 11:13-14). Que barbaridade! É digno de nota, que apliquemos a ele o título de "feiticeiro e mago negro". A Torah determina que as árvores sejam preservadas. É mandamento do Eterno. Veja Devarim (Deuteronômio 20:19). No dia seguinte à praga que Jesus/Yehoshua proferiu, os seus discípulos, ao passarem por lá notaram que a figueira havia secado até as raízes. "Pedro, se recordando diz: Rabi, olha, a figueira que maldiçoaste está completamente seca" (Marcos 11:20-21). O que, porventura, tem os ministros de ROMA a dizer sobre este episódio lamentável, sem se auto-condenarem ainda mais? Que a figueira seria uma figura da rejeição de Israel? (Lucas 13:6-8). "Se tal alegoria é da forma que os ministros cristãos alegam, que o cristianismo se origina destas raízes secas, estão em maus lençóis" (Romanos 11:16-18), como diz o Prof° Evilasio Araujo em seu livreto "As Contradições do Novo Testamento".

Já vimos acima que a Torah nos fala sobre um profeta que diz uma coisa e a tal coisa não acontece: deve ser morto, pois é um falso profeta.

Jesus/Yehoshua disse: "Em verdade eu vos declaro: dentre os que estão aqui, alguns não morrerão antes de ver o Filho do Homem vir como rei" (Mateus 16-28). Será mesmo que o dito cujo reino se cumpriu com a visão alucinógena da transfiguração? O Profeta Daniel fala de um Reino Messiânico Real, na Terra, que destruirá as nações idólatras comprometidas com a prostituição de Roma. Veja Daniel 2:44.

Jesus/Yehoshua disse ainda: "... Em verdade, eu vos declaro, que não acabareis de percorrer as cidades de Israel antes que chegue o Filho do Homem" (Mateus 10:23). Em termos de extensão territorial, Israel é pequeno; com pequenas distâncias; são apenas 27.800 Km². Mede 470 Kilômetros de Norte à Sul, ou seja, desde Kiryat Shemona, nas colinas de Golan, fronteira com a Síria, até Eilat, nas margens do mar vermelho, fronteira com a Jordânia. De largura (Leste à Oeste), no seu ponto mais largo, mede 135 Kilômetros desde o Mar Morto até o Mar Mediterrâneo. O impressionante é que já dura quase 2000 anos essa pregação e no entanto os "enviados" de Jesus/Yehoshua ainda estão por realizar a visita de evangelização nas cidades de Israel! Isto é realmente cômico! A profecia de Jesus/Yehoshua falhou espalhafatosamente.

Já se vão 49 gerações após aquela geração na qual deveriam acontecer as coisas que Jesus/Yehoshua falou. E Paulo? Coitado! Disse que o evangelho já em seu tempo havia sido pregado a toda criatura debaixo do céu e, no entanto, passados 2.000 anos o cristianismo não conseguiu evangelizar nem Israel, quanto mais o mundo! Vemos hoje, pessoas cristãs, decepcionadas e desiludidas em busca do conhecimento e da Sabedoria Superior, procurarem os Xamãs nas aldeias de regiões remotas ou nas florestas e montanhas ou os gurus que vivem nas cavernas e florestas do longínquo Himalaia para aprenderem sobre as coisas espirituais. E porque estas pessoas fazem isto? Porque se sentem vazias do essencial à Vida, pois o cristianismo com a sua idolatria crônica não lhes satisfaz o anseio da alma. Por outro lado, os pregadores e missionários cristãos, em desespero, tentam por todos os meios (de porta em porta, pela mídia, em luxuosas salas comerciais nos centros mais nobres das grandes e pequenas cidades, etc...) fazer adeptos e no entanto, paradoxalmente, religiões não proselitistas crescem mais e Mestres Espirituais que normalmente vivem distantes e isolados estão com muitos discípulos. Um forte exemplo da procura de um sentido espiritual para a vida fora do cristianismo encontramos na grande procura pelo Islamismo nestes tempos do pós-tragédia do 11 de setembro de 2.011. A queda das Torres Gêmeas no Estados Unidos provocou uma curiosidade sem paralelo na história, pelo estudo do Alcorão (livro sagrado do Islã). O Islamismo e o Budismo crescem mais que o cristianismo, agora nestes últimos tempos, mais do que nunca! As palavras de Jesus/Yehoshua falharam e a civilização cristã Ocidental já produziu os frutos de um verdadeiro fracasso em suas pretensões.

Jesus/Yehoshua disse: "E eu, quando for levantado da terra, atrairei a mim todos os homens" (João 12:32). Alguém poderia, por favor, me explicar a razão pela qual os chineses e os indianos - parte considerável da humanidade - não foram atraídos para Jesus/Yehoshua? Como já vimos acima, o Islamismo cresce mais que o cristianismo!

De tudo o que eu disse e muito mais, compreendemos perfeitamente que Jesus/Yehoshua, o ídolo de Roma, nem profeta ele foi, pois suas palavras são vazias. No arcabouço doutrinário construído por Roma no sentido de fazer de Jesus/Yehoshua o Messias e, mais do que isso, o que é pior, promovê-lo a deus máximo da humanidade, encontramos estas coisas intrigantes que, bem analisadas, demonstram a fragilidade do "castelo de nuvens" construído por Roma.

Outrossim, vejamos mais algumas coisas interessantes: Os Profetas de Israel, em suas profecias, apontam para HaMashiach (O Messias) estabelecendo Paz à toda a Humanidade; HaMashiach declara Paz para os gentios. Veja Zecharyah (Zacarias) 9:10; Yishayahu (Isaías) 9:7;2:4; Mycha (Miquéias) 4:3-4. Jesus/Yehoshua entretanto, proibiu seus discípulos de pregarem para os samaritanos e gentios (Mateus 10:5-7), e comparou uma mulher fenícia, que em desespero lhe suplicava ajuda, aos cachorros (Mateus 15:21-26).

Jesus/Yehoshua disse: "...e todo aquele que vive e crê em mim, nunca morrerá. Crês tú isso?" (João 11:26). Isto é a tradução de Almeida antiga, mas a Tradução TEB diz: "...não morrerá jamais". Agora eu pergunto: em dois mil anos de cristianismo, onde está o cristão com mais (para extrapolar) de 130 anos? Aí alguém diria: Mas isto é espiritual e coisa e tal; mas não é isto que diz o texto que relata a ressurreição de Lázaro!

Se Jesus/Yehoshua não tinha parentesco biológico com José, porque foi concebido pelo "Espírito" Santo, que propósito têm as genealogias que pretendem demonstrar a linhagem de David em José?

Por que há tal diferença flagrante entre as genealogias de Mateus e Lucas?

Se uma destas genealogias é a de María, e não de José, por que seu nome não se menciona em nenhuma das duas, já que só a linhagem paterna é significativa, qual é o propósito de registrar a genealogia de Maria?

Se Jesus/Yehoshua realmente foi o "filho de David", por que ridicularizou a "Torah e os Profetas" que asseguram que HaMashiach (o Messias) tinha de ser da linhagem de David? Entre os muitos textos dos Profetas temos por exemplo este: “... farei brotar de David um rebento legítimo...”. Yirmyahu (Jeremias) 33:15.

Agora veja as críticas debochadas de Jesus/Yehoshua em Lucas 20:41-44; Marcos 12:35-37.

Por que disse Jesus/Yehoshua: "Como dizem os ESCRIBAS que o Cristo é filho de David" (Marcos 12:35) implicando que a Escritura não diz o mesmo?

Quando as multidões perguntaram como é que Jesus/Yehoshua, como Messias, teria vindo da Galileia, por que não lhes disse que em realidade nasceu em Belém? Veja contradição em João 8:41-42.

Se este "fato" fora desconhecido pelos discípulos, como foi “descoberto” pelos autores do Evangelho que viveram um século depois?

Por que Jesus/Yehoshua se chamou "Jesus" ou “Yehoshua”, como querem alguns, e não "Emmanuel" se ele era o "menino" prometido por Isaías (7:14)?

Se Jesus/Yehoshua era "Emmanuel", D'us conosco, a encarnação da segunda pessoa da “Trindade”, por que disse ele, "Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão UM, D'us." veja contradição em (Mateus 19:17) implicando que ele NEM era bom NEM divino?

Por que Jesus não salvou a seu povo, os judeus, de seus inimigos, como Zacarías, o pai de João profetizou pelo Espírito Santo em (Lucas 1:71)?

Por que disse Jesus:

"Mas se queres entrar na vida, guarda os mandamentos." (Mateus 19:17) se nenhum homem é justificado por "as obras da lei"? (Romanos 3:20,21,28 etc.)??

Se Jesus era a "luz para os Gentios" por que ele os considerou seres inferiores (Mateus 15:26)?

Por que ele nega ter sido enviado a ELES e por que ele proibiu a seus discípulos que ficassem perto deles? (Mateus 10: 5-6)?

Se João realmente viu uma pomba descendo do céu sobre a cabeça de Jesus, e ouviu a voz que o proclama como o "filho amado" etc. (Mateus 3:16-17; Lucas 3:22), por que enviou depois a dois de seus discípulos a perguntar se Jesus era o redentor esperado ou "esperamos a outro"?

Veja contradições (Mateus 11:2-3; Lucas 7:19-20)

Se João Batista era "Elías" como afirmou Jesus (Mateus 11:14), por que João disse que não o ERA? (João 1:21)???

Se Jesus era o "Príncipe de Paz" por que afirmou "não a trazer paz senão espada"? (Mateus 10:34). ???

Se o propósito de Jesus era DAR SUA VIDA pelos pecados do mundo, por que ele assustou e castigou aos judeus que procuravam MATÁ-LO? (João 8:37-40).

Se Jesus tinha o poder de entregar sua própria vida ou de salvá-la (João 10:18) por que disse ele "Pai meu, se é possível, passe de mim esta copa; mas não seja como eu quero, senão como TU queres". (Mateus 26:39). Por que Jesus foi DESAMPARADO por D'us? (Mateus 27:46; Marcos 15:34 etc.)???

Se Jesus veio interceder para os pecadores, por que então o mesmo disse, "Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, senão pelos que me deste, porque teus são." (João 17:9).

Jesus prometeu sua rápida volta como o Rei Messias triunfante. Isto tinha de ocorrer ANTES que seus discípulos tivessem tido a oportunidade de pregar em todas as cidades de Israel (Mateus 10:23) e durante a VIDA REAL de seus OUVINTES (Mateus 17:28; Marcos 9:1).

Isso foi a dezenove séculos. Por que então devemos esperar uma "segunda vinda" nestes dias? 

 

Continuemos pois os Estudos por Tópicos numerados:

1) Jesus disse que seus discípulos não terminariam de pregar nas cidades e Israel e nem morreriam antes de verem chegar o Filho do Homem no seu reino – essa profecia não aconteceu: os seus discípulos morreram, sem que o Reino tivesse aparecido. (Mateus 10:23; 16:28; 24:14; Daniel 2:44);

2) A profecia que fala que Jesus seria chamado de “Nazareno”, conforme registrada em Mateus 2:23, simplesmente nunca existiu no Antigo Testamento, e nem a cidade de Nazaré existiu no tempo dos profetas de Israel! Aqui há um patente acréscimo na profecia. Um versículo inventado; uma vergonha! (Provérbios 30:5, 6);

3) Segundo o Evangelho de Marcos, Jesus amaldiçoou a figueira ANTES de ter entrado no Templo – Marcos 11:12-15, 20, 21; discordando, Mateus diz que FOI DEPOIS de ter deixado o Templo – Mateus 21:18-20.

4) Jairo pede a Jesus ajuda à filha que estava morrendo (Lucas 8:41-42); contradizendo Lucas, Mateus diz que Jairo pediu ajuda quando a filha já estava morta (Mateus 9:18).

5) Ao sair de Jericó, Jesus curou dois cegos (Mateus 20:29, 30); não foi bem assim, pois Marcos diz que ele curou apenas um cego (Marcos10:46, 47).

6) Zacarias, disse Jesus, equivocado, era filho de Baraquias (Mateus23:35); mas não era nada disso, pois Zacarias era filho de Joiada (2 Crônicas 24:20-22). Na verdade, esses personagens, citados por Jesus, encontram-se em Flávio Josefo (Guerra dos Judeus contra os Romanos, cap. 19, parte 321), e se trata de evento ocorrido cerca de quarenta anos após a morte do Nazareno, que, assim, não poderia ter falado sobre tal ocorrência, como fato histórico.

7) Dois discípulos buscaram uma jumenta e um jumentinho para Jesus (Mateus 21:2-7); mas Marcos escreveu diferentemente – era apenas um jumentinho, sem a mãe (Marcos 11:2-7).

8) Um “novo mandamento” foi dado por Jesus, escreveu João (João13:34); mas foi um equívoco, pois não há “novo mandamento” algum, escreveu João depois (1 João 2:7, 8; 2 João 5).

 9) Jesus afirma, em Lucas 16:16, que a LEI e os profetas vigoraram apenas até João Batista. Mesmo assim no versículo seguinte Jesus afirma que não cairá nem um “til” da LEI (Lucas 16:17); segundo ele, ademais, ela continua em vigor e não cairá nenhum dos seus menores mandamentos! (Mateus 5:17-19).

10) Quem fez o pedido para que os irmãos Tiago e João se assentassem, um à direita e outro, à esquerda, de Jesus, em seu reino? Mateus (20:20,21) afirma que foi a mãe deles; Marcos (10:35-37) assegura que foram os dois discípulos que fizeram o pedido pessoalmente.

11) Jesus disse que João Batista era o prometido Profeta Elias, que deveria vir antes do terrível Dia do Eterno (Mateus 11:12-14; 17:10-13); João Batista, porém, desmentindo a Jesus, disse: “Eu não sou Elias” (João 1:19-21). Obviamente que João estava certo, porque a promessa não era do nascimento de uma criança, que assumiria apenas o “modus operandi” do Profeta, mas da vinda do Profeta Elias, ele próprio (Malaquias 4:5, 6 [algumas traduções cristãs]; Malaquias 3:23, 24 [em traduções mais fiéis]).

12) Jesus, antes e depois de sua ressurreição, sabia de todas coisas (João 16:30; 21:17)! Não! não é bem assim, pois ele não sabe de tudo não, nem antes e nem depois da ressurreição (Mateus 24:36; Atos 1:7).

13) Jesus disse que os judeus o conheciam e sabiam de onde ele era (João 7:28); mas, ele disse - em outra parte - que os judeus não o conheciam e não sabiam de onde ele viera (João 8:14, 19).

14) Jesus disse que não veio abolir a Lei e os Profetas (Mateus 5:17-19); mas, seu fiel discípulo Paulo, mesmo confessando que cria em tudo que estivesse de acordo com a Lei e os Profetas (Atos 24:14), ensinou que Jesus aboliu a Lei, na sua morte (Efésios 2:15).

15) Jesus foi crucificado no lugar chamado Gólgota, que seria uma montanha árida (Mateus 27:33, 60; Lucas 23:33, 53); mas João discorda e diz que no local havia um horto (João 19:17, 41).

 16) Mateus (27:32), Marcos (15:21) e Lucas (23:26) afirmam que Simão, de Cirene, levou a cruz para Jesus, em boa parte do percurso; mas João não viu nada disso, afirmando que Jesus, “ele mesmo”, levou a cruz até o lugar da crucificação (João 19:17).

17) A profecia diz que o Messias reinará em Israel (Miquéias 5:2); Jesus disse que seu reino não era deste mundo [alienígena?] (João 18:36).

18) Jesus, ao que parece, não pode ser confirmado, em sua genealogia, como filho de um só ancestral, pois, enquanto Mateus (1:6, 7) diz que ele é descendente de Salomão, Lucas (3:31-32) diz que é descendente de Natan, irmão de Salomão, ambos filho de Davi.

19) Nos dias de Jesus, o Povo de Israel estava dominado pelos romanos – o que contradiz, caso ele fosse o Messias, o que predito em Jeremias 23:4, 5: “Nos seus dias, Judá será salvo e Israel habitará seguro”. Assim, não poderia o país estar ou permanecer sob jugo estrangeiro.

20) Maria não é apresentada, nos evangelhos, como descendente de David, mas apenas José, que é chamado, textualmente, de “filho de Davi” (Mateus 1:20; Lucas 1:27; 2:4, 5). Na verdade, Maria era parenta de Isabel, que foi chamada de uma “das filhas de Arão” (Lucas 1:5, 36), ou seja, Maria também era descendente de Levi, o que mostra que Davi não era ancestral de Jesus, situação que anula, para o Nazareno, qualquer perspectiva messiânica, caso fosse buscada pela via materna. Como sabido, a dinastia davídica se concretiza apenas pela linhagem paterna (2 Samuel 7:11-29; Salmo 89:35-37; Jeremias 23:5 etc), e os evangelhos, por sua vez, mostram que Jesus não era filho biológico de José (Lucas 3:23; Mateus 1:18-25). Sendo assim não há como Jesus ser o Messias.

21) Jesus disse que os gentios seriam seus assassinos (Lucas 18:31-33); depois, diz que seriam os próprios judeus que o matariam (Lucas 20:13, 14).

22) João escreveu que os soldados romanos pregaram Jesus na cruz (João 19:23), mas Pedro disse que foram os Judeus que pregaram Jesus na cruz e o mataram (Atos 2:23; 5:30).

 23) Paulo ensinou que a ressurreição de Jesus é a base da salvação (1 Coríntios 15:12-19); mas, discordando, antes, Jesus ensinou que a ressurreição não é base para a salvação, mas, sim, a obediência a Moisés e aos Profetas de Israel (Lucas 16:27-31).

24) A LEI diz que o Profeta Prometido por Deus seria semelhante a Moisés (Deuteronômio 18:15-19); mas Paulo (se ele for o escritor da Carta aos Hebreus) diz que Jesus não é semelhante a Moisés, mas muito superior a ele (Hebreus 1:8-12; 3:1-6).

25) “Eu e o Pai somos um” (João 10:30), uma estranha declaração de Jesus sobre ele e Deus estarem em pé de igualdade, comparada a esta outra: “O Pai é maior do que eu” (João 14:28).

26) O Eterno disse que nunca um Rei se levantaria com maior glória e sabedoria do que Salomão (1 Reis 3:13; 2 Crônicas 1:12); mas, Jesus, que não negou ser pretenso rei (João 18:33-37; Mateus 27:11), disse que ele era maior do que Salomão (Mateus 12:42).

27) Jesus incentivou os discípulos a se armarem de espadas, pois fazer uma revolução seria o objetivo de sua vinda à Terra (Lucas 22:36; 23:2, 3); depois, vendo inútil a ação armada de seus discípulos, em seu favor, proíbe o uso da espadas (Mateus 26:51-56).

28) Jesus disse que, dos alimentos que ingerimos, nada vai ao coração, mas vai tudo para os intestinos e dali para o esgoto (Marcos 7:18, 19); discordando, corretamente, Paulo pregava que, dos alimentos que ingerimos, algo vai para o coração, em forma de sangue, evidentemente (Atos 14:17).

29) Isaías predisse que o Servo do Eterno não seria destruído até estabelecer a Justiça na Terra (Isaías 42:4); Jesus, a quem os cristãos aplicam essa profecia (Mateus 12:18-20), morreu, como todos os seres humanos, pois era mortal (Marcos 15:37), e a Justiça não foi estabelecida na Terra, desde então, como esclareceu Paulo (Romanos 3:9, 10).

 30) Jesus disse que o ensino dos escribas e fariseus era correto e deveria ser obedecido (Mateus 23:1-3). No entanto, ensinou que seus discípulos deveriam ser mais justos que os escribas e fariseus (Mateus 5:20), e condenou a obediência dos fariseus aos mandamentos (Lucas 18:9-14).

31) Jesus declarou-se “manso e humilde de coração” (Mateus 11:29); mas usou um chicote de cordas para expulsar pessoas do Templo (João 2:13-16).

32) Jesus ensinou a não usar palavras insultuosas aos irmãos (Mateus 5:22), no entanto não se comportava assim (Mateus 23:13, 15, 16, 17, 24, 27, 33; Lucas 11:43-46; João 8:44).

33) Jesus disse à satã que só Deus deveria ser adorado (Mateus 4:10) e ensinou que o verdadeiro adorador adora apenas o Pai (João 4:23); mas consentiu em ser adorado e não repreendeu seus adoradores (João 9:38; Mateus 8:2; 9:18), algo que os anjos não aceitam (Apocalipse 19:10) e Jesus, mesmo sendo menor do que os anjos, aceitou (Hebreus 2:9).

34) A ascensão de Jesus teria ocorrido na Galiléia, onde proferira suas últimas ordens (Mateus 28:16-20; Marcos 16:7, 19); não, Lucas discorda, a ascensão ocorreu em Betânia, perto de Jerusalém, onde morava o discípulo amado, Lázaro (Lucas 24:50-52; João 11:1,3, 36); o mais interessante ainda é que o mesmo Lucas (se é ele quem escreveu o livro de Atos!) diz que a ascensão de Jesus ocorreu no Monte das Oliveiras (Atos 1:9-12).

35) Jesus aprendeu obediência pelo sofrimento, diz Paulo (Hebreus 5:8); Jesus discorda, afirmando que a obediência deve ser motivada pelo amor (João 15:10).

36) Jesus orou pela unidade de seus seguidores (João 17:20-22); mas Paulo, mesmo pedindo a unidade de pensamento e ensino (1 Coríntios 1:10), acreditava que há benefício na existência de divisões na igreja (I Coríntios 11:19).

37) Jesus disse que todas as coisas do Pai eram suas igualmente (João 16:15; 17:10; Mateus 11:27); ele também disse que o ladrão vem para roubar, matar e destruir (João 10:10). Mesmo assim, ele é apresentado como vindo novamente à Terra não como legítimo proprietário de tudo e de todos, mas como um ladrão que vem roubar (Apocalipse 16:15; Mateus 24:43, 44).

 38) O Salmo 119:98 ensina que os judeus podem ser mais sábios do que seus professores, pelo estudo da LEI; Jesus, porém, apesar de apresentar-se como “Senhor e Mestre” (João 13:13), entende que seus seguidores são uma hoste de ignorantes, porque as pessoas do mundo são mais sábias que seus discípulos, que devem considerar-se inúteis (Lucas 16:8; 17:10).

39) O profeta Isaías diz que o Redentor virá aos que já se afastaram dos pecados (Isaías 59:20); mas tanto Jesus como Paulo inventaram a ‘libertação do pecado’ (João 8:31-36; Romanos 7:22).

40) Segundo o pai de João Batista, o sacerdote Zacarias, do relato do evangelho de Lucas, o Messias viria para “nos libertar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam”, no caso, os “inimigos” seriam os romanos, que dominavam Israel (Lucas 1:68, 75); mas Jesus, como pretenso messias, não enfrentou os romanos e pregou apenas a libertação dos pecados (João 8:31-36).

41) Jesus, em tenra idade, segundo Mateus, foi levado de Belém ao Egito (Mateus 2:1, 13-15); mas Lucas discorda dessa versão, pois após o nascimento, ou seja, quarenta dias, segundo o preceito (Levítico 12:2-4, 6-8), o menino ainda estava em Jerusalém cumprindo os rituais, e depois os pais de Jesus e o menino voltaram a Nazaré (Lucas 2:21-24, 39-41, 51).

42) Quantas mulheres foram ao sepulcro de Jesus, após sua alegada ressurreição? De acordo com João (20:1), apenas Maria Madalena; segundo Mateus (28:1), Maria Madalena estava acompanhada de uma outra Maria; já o evangelista Marcos (16:1, 2), vendo melhor, afirma que além das duas Marias, uma mulher chamada Salomé estava presente também; por sua vez, escreveu Lucas (23:54, 55; 24:1, 10) que muitas mulheres foram ao sepulcro, inclusive Maria Madalena, Joana, Maria, mãe de Tiago e outras mulheres que estavam com elas.

43) Onde foi proferido o famoso “Sermão do Monte”? Mateus (5:1) assegura que foi num monte mesmo; mas Lucas (6:17) diz que foi num lugar plano.

 44) As últimas palavras de Jesus cruz foram “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” (Mateus 27:46, 50), ou: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lucas 23:46); ou ainda: “Está consumado” (João 19:30)?

45) Qual destas profecias de Jesus é a verdadeira: Pedro o negaria três vezes antes de o galo cantar UMA vez (Mateus 26:34, 74, 75; Lucas 22:60); ou antes de o galo cantar DUAS vezes? (Marcos 14:30, 72); ou negaria três vezes, sem que o galo tivesse cantado NENHUMA VEZ?! (João 13:38).

46) Jesus afirmou que nunca pregara nada oculto, que falava claramente (João 18:20); todavia, recomendou aos discípulos que o que ele lhes dissesse “às escuras”, deveriam pregar em plena luz e o que ouvissem em segredo deveriam proclamar sobre os telhados (Mateus 10:27).

47) Logo após o batismo de Jesus, imediatamente o “espírito o impeliu a ir ao deserto”, onde ficou quarenta dias (Marcos 1:9-13); não, não é bem assim, afirma João, pois no dia seguinte Jesus ainda se encontrava no mesmo local onde ocorrera o batismo (João 1:35, 36).

48) Cuidado ao fazer boas obras, ensinou Jesus – elas não podem ser vistas pelos homens (Mateus 6:3, 4); ou melhor, disse Jesus, devem ser vistas pelos homens, como estímulo a louvarem a Deus (Mateus 5:16).

49) A quem as mulheres viram no sepulcro? Um ANJO (Mateus 28:2, 5); um JOVEM (Marcos 16:5); DOIS HOMENS (Lucas 24:4); DOIS ANJOS (João24:12).

50) Jesus é mentiroso? Ele diz que se desse testemunho sobre si mesmo, seu testemunho não é verdadeiro (João 5:31); mas afirma, a seguir, que se ele desse o testemunho sobre si mesmos, seu testemunho é verdadeiro (João 8:14).

51) Jesus foi pregado na cruz na terceira hora (nove da manhã), conforme Marcos 15:25; ou foi pregado após a sexta hora (meio-dia), de acordo com João 19:14, 15?

52) O Messias, quando vier, anunciará paz às nações e será reconhecido Rei por todas elas (Zacarias 9:10). Isso não aconteceu com Jesus, que, no início de sua pregação, conforme Mateus 10:5, proibiu que as nações ouvissem sua mensagem, pois viera pregar somente à Casa de Israel (Mateus 15:24). Posteriormente, teria mandado os discípulos pregarem às nações (Mateus 28:19, 20).

53) Jesus disse que quando ele fosse pregado na cruz, ou "levantado", atrairia todos os homens para si mesmo (João 8:28; 12:32), o que não aconteceu até os nossos dias, pois toda a Humanidade não o aceitou como messias, mas apenas uma terça parte dela.

54) Jesus disse que quando o evangelho fosse pregado em todas as nações chegaria o fim deste mundo (Mateus 24:14); Paulo, por sua vez, disse que o evangelho, nos seus dias, fora pregado a toda criatura debaixo do céu e nas nações (Colossenses 1:23; 1 Timóteo 3:16), mas o fim não chegou naquele tempo. Jesus havia assegurado que tudo se cumpriria numa geração (Mateus 24:34, 35), que de acordo com a LEI dura cerca de cem anos (Gênesis 15:13, 16), mas nada aconteceu!

55) Segundo vários textos, Jesus observava o Sábado (Lucas 4:16, 31, 44); e também o apóstolo Paulo e seus companheiros de viagem também o faziam (Atos 16:13-15; 17:1, 2), mas o mesmo Paulo se postou contra a observância das santas Festividades e do próprio Sábado (Colossenses 2:16), ainda que se dizendo imitador do Nazareno (1 Coríntios 11:1).

56) Jesus contradisse a LEI na questão do divórcio: “E aquele que casar com a repudiada comete adultério” (Mateus 5:32). Na verdade, uma repudiada poderá casar-se novamente; apenas se divorciar-se de novo, após o segundo casamento, ou ficar viúva, não poderá casar-se com o primeiro marido (Deuterônomio 24:2-4).

 57) Jesus contradisse a LEI no tocante ao ensino do Juramento, ao afirmar: “Eu, porém, vos digo: de modo algum jureis; nem pelo Céu, por ser trono de Deus; nem pela Terra, por ser estrado de seus pés; nem por Jerusalém, por ser cidade do grande Rei; nem jures pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco em preto. Seja, porém, a tua palavra sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mateus 5:33-37). A LEI, ao contrário, contém este mandamento: “Ao Eterno, teu Deus, temerás, a Ele servirás, e, pelo Seu nome, jurarás” (Deuteronômio 6:13; ver 10:20). Jesus considerou a obediência ao mandamento Divino uma “coisa maligna”, mas ele próprio jurou, e para não mentir, não assumiu ser o messias de Israel, pois ele não era (Mateus 26:63, 64).

58) Jesus mandou um leproso oferecer o sacrifício prescrito por Deus, em razão do restabelecimento da doença (Mateus 8:4; Levítico 14:2-7, 20); depois, dando uma extensão ao ensino ético dos profetas de Israel, postou-se contra os sacrifícios, dizendo que só a misericórdia bastaria aos pecadores, não o sacrifício (Mateus 9:13; ver Salmo 51:16-19 [51:18-21, texto hebraico]).

59) Quem era o Sumo Sacerdote, naquele tempo, perante quem Jesus compareceu? Era Caifás? (Mateus 26:57); ou era Anás? (Atos 4:6; Lucas 3:2).

60) O julgamento de Jesus ocorreu perante o Sinédrio, à noite, logo após sua prisão (Marcos 4:17, 43, 46, 53, 55, 72); não, o julgamento ocorreu de manhã, perante o Sinédrio (Lucas 22:66-71). Na terceira hipótese, segundo João, não houve reunião do Sinédrio, mas apenas Anás interrogou Jesus e depois o enviou o Caifás (João 18:13, 19-24).

Paulo diz em I Tessalonissenses 4:16 que Jesus desce do céu com "voz de arcanjo". - Se Jesus é Deus, qual é a razão de Paulo dizer que ele vem com "voz de arcanjo"?- Se o arcanjo é uma criatura divina, não é um demérito O Deus Todo-Poderoso vir com tal voz?- Por que Jesus não vem com "voz de Deus" (Deuteronômio cap.4, versículo 34)?- Alguém pode ter a "voz de Lula" e não ser Lula?- O que significa a palavra "voz" na expressão "voz de prisão"?- Ser Deus ou não ser Deus! Eis a questão. 

Voz de Arcanjo?!?!?! Mas... ele não é um deus?

61)  A LEI sustenta que o Criador repousou no sétimo dia da semana, o Sábado (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11), mas o Nazareno, dizendo-se Seu filho, disse que imitava ao Pai, que trabalhava no Sábado (João 5:8, 9). O ponto em questão, aqui, a ser considerado, não é a obra beneficente que pode ser feita no dia santo, mas o dar-lhe uma conotação de trabalho, com a natureza de obra profana, durante o tempo dedicado à adoração do Criador.

62)  Jesus declarou que os humanos cansados, que o buscassem, achariam alívio para suas almas, porque ele era manso e humilde de coração (Mateus 11:28, 29). No entanto, muitos o abandonaram, não suportando sua pregação confusa, ao induzir as pessoas a entender que ele lhes estava incentivando a violar a LEI, além de fazê-las sentirem-se inúteis (João 6:35-60; Lucas 16:8; 17:10).

63)  Em 2 Timóteo 3:16 está dito: “Toda Escritura é inspirada por Deus ...” No entanto, o apóstolo Paulo, que escreveu essas palavras, disse que também escreveu idéias pessoais, sem inspiração Divina (1 Coríntios 7:6, 12, 25, 40; 2 Coríntios 8:10; 11:17).

64)  Ninguém é justificado pela Lei, afirma Paulo (Gálatas 2:16; 3:11); mas, revendo seu ponto de vista, ele afirma, pelo contrário, que as pessoas são justificadas pela obediência à Lei (Romanos 2:13), talvez após ler Deuteronômio 6:25.

65)  Paulo sempre se postava contrário à salvação e à justificação pelas obras (Efésios 2:8, 9; Romanos 3:20; Gálatas 3:11); mas deixou escapar esta declaração: “Deus recompensa a cada segundo as suas obras” (Romanos 2:6). Não explicou, porém, como as obras não servem para a salvação, mas servem para o recebimento da recompensa, que é corolário da salvação! Neste ponto seria necessário aprender com Jeremias (17:13)!

66)  Quem fala pelo espírito santo não amaldiçoa a Jesus, escreveu Paulo (1 Coríntios 12:3); mas o mesmo Paulo, dizendo que estava falando pelo espírito, diz que Jesus é maldito (Gálatas 3:13).

67)  Segundo Paulo, a circuncisão é proveitosa para todas as coisas (Romanos 3:1, 2) e a pregava (Gálatas 5:11); mas ainda segundo Paulo, a circuncisão não serve para nada (1 Coríntios 7:19; Gálatas [1,10] 6:15) e, mesmo assim, hipocritamente, circuncidou a Timóteo, “por causa dos judeus” Atos (16:3).

68)  Paulo disse que se procurasse agradar a homens, não agradaria a Cristo (Gálatas 1:10); depois, Paulo disse que estava agradando a todos os homens, para salvá-los (1 Coríntios 10:33).

69)  Paulo disse que “todas as coisas são puras para os puros” (Tito 1:15); mas Paulo esqueceu-se de dizer que há coisas impuras, que os puros não devem tocar, e corrigiu isso (2 Coríntios 6:17).

70)  Paulo disse que Deus não rejeitou Seu Povo, os judeus (Romanos 11:1, 2); mas, em outro ponto escreveu que sobre os judeus veio a ira definitivamente, ou seja, foram rejeitados (1 Tessalonicenses 3:16 / ler também Deuteronômio 13:6-11).

71)  Paulo escreveu que a fé não acaba com a obrigação de obedecer os preceitos da Lei Divina (Romanos 3:31) e que ele mesmo tinha prazer na Lei de Deus (Romanos 7:22), mas assegura que a Lei induz a pessoa a pecar! (Romanos 7:5-10).

72)  Paulo foi portador de uma carta dos apóstolos, da qual constava que era proibido os gentios comerem comida sacrificada a ídolos (Atos 15:22-29). Depois, desobedecendo a essa decisão, Paulo diz que os gentios poderiam comer coisas sacrificadas aos ídolos, pois os ídolos não valem nada. Nesse caso, apenas os gentios não deveriam indagar se a comida tinha sido sacrificada a ídolo, embora toda carne em Corinto fosse sacrificada aos deuses (1 Coríntios 8:4, 7-10; 10:25-30).

73)  O espírito santo, segundo o cristianismo, é uma pessoa Divina, que apareceu no batismo de Jesus em forma de ave, uma pomba (Mateus 1:16; João 1:32); mas Paulo escreveu que a Divindade não pode ser transformada em algo semelhante a aves (Romanos 1:23).

74)  Paulo ensinava que as obras não salvam, só a fé (Efésios 2:8, 9); no entanto, Tiago o contesta, dizendo que a fé sem obras não salva e está morta (Tiago 2:14-26).

75)  Paulo conhecia o Sumo Sacerdote, que lhe dera cartas de recomendação (Atos 9:1-2); mais tarde, Paulo mente, ao dizer que não conhecia o Sumo Sacerdote, pois, pela sua posição social e religiosa, decerto o continuaria conhecendo, ainda que tivesse sido substituído (Atos 23:1-5).

76)  Paulo escreveu que os mistérios de Deus foram revelados ou esclarecidos para que os gentios pudessem ser salvos (Romanos 16:25, 26); mas Pedro entendia que Paulo realmente escreveu coisas de difícil entendimento até para ele e que as pessoas poderiam ser levadas à confusão pelos escritos de Paulo e virem a ser condenadas (2 Pedro 3:15, 16).

77)  Paulo escreveu que a morte reinou desde Adão até Moisés (Romanos 5:14); depois, porém, escreveu que a morte existirá, reinando, até ser destruída como último inimigo da Humanidade, no fim dos tempos (1 Coríntios 15:26).

78)  Na visão de Paulo, quando de sua “conversão”, os homens que estavam com ele “ouviram vozes” (Atos 9:7); mas, relatando o mesmo episódio, mais tarde, Paulo se contradiz, afirmando que os homens não ouviram a voz que lhe falara (Atos 22:9).

79)  A LEI nos assegura que morreram vinte e quatro mil hebreus desobedientes no pecado de prostituição (Números 25:9); mas, Paulo, contradizendo a LEI, diz que foram vinte e três mil (1 Coríntios 10:8).

80)  Embora Judas, que era um dos “Doze” (Lucas 22:47), já tivesse morrido antes da morte de Jesus (Mateus 27:3-5), Paulo diz que Jesus, ao ressuscitar, apareceu a ele e demais apóstolos, os “Doze” (1 Coríntios 15:5).

81)  Segundo Paulo, “comida não nos recomenda a Deus”, porque “nenhuma coisa é de si mesma impura” (1 Coríntios 8:8; Romanos 14;14). No entanto, esse não é o conceito do Criador, que, desde o Jardim do Éden, fixou limites na alimentação humana e animal (Gênesis 1:29, 30). Ademais, o homem tornou-se mortal, por opção, em razão da desobediência à restrição alimentícia, estabelecida pelo Pai do Céu (Gênesis 2:16, 17; 3:1-19). Por último, segundo a LEI, a alimentação é fator decisivo para nossa santificação (Levítico 11:1-47; 20:22-26). Portanto, ao desafiar a vontade Divina, com seu liberalismo Paulo ensinava seus seguidores a transgredir a Lei de Deus.

82)  Embora Jesus tenha ensinado que satã é o “pai da mentira” (João 8:44) e mesmo tendo Paulo aconselhado o crente a “deixar a mentira e falar a verdade” (Efésios 4:25), Paulo excedeu-se, nesse contexto, ao afirmar que se alegrava que “Cristo” estava sendo pregado, mesmo que, para isso, fossem usadas, indiscriminadamente, tanto a mentira quanto a verdade! (Filipenses 1:18).

83)  Paulo afirma que “as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém de um só: E ao teu descendente, que é Cristo” (Gálatas 3:16). Assim, nem Isaque recebeu a promessa. Depois Paulo se contradiz e declara que os gentios gálatas são “descendentes” de Abraão e, assim, herdeiros da promessa, porque, como Isaque, seriam filhos da promessa! (Gálatas 3:29). Posteriormente, disse que ele mesmo era da descendência de Abraão, juntamente com os demais hebreus! (2 Coríntios 11:22). A LEI, ao contrário, não fala de um descendente apenas, mas da descendência de Abrahão, por todas as suas gerações, como incluídos na Aliança! (Gênesis 17:7-11; 26:3, 4; 28:13, 14). Na verdade, não é um descendente, porque a descendência de Abrahão seria como as estrelas do céu e os grãos de areia! (Gênesis 13:15-17; 15:5; 22:17).

84)  A prematura ressurreição de Jesus, conforme Paulo [para QUEM ACREDITA NAS VERSÕES VINDAS DO GREGO], ocorreu no terceiro dia de sua morte, “segundo as Escrituras” (1 Coríntios 15:4). Paulo usou essa mesma expressão grega “Kata tas graphas” para justificar outras “explicações teológicas”. Pena que Paulo não tenha informado o Livro, o capítulo e o versículo onde as escrituras do ANTIGO TESTAMENTO predisseram a ocorrência do evento, ao terceiro dia, uma vez que a ressurreição de Jesus colide com o tempo fixado por Deus, para a ressurreição dos justos (se é que ele conta entre os Justos), pois, segundo as Escrituras, esse acontecimento terá lugar “no fim dos dias”, quando do ajuste de contas (Daniel 12:1, 2, 13; Isaías 26:19-21). Era assim que os primeiros discípulos de Jesus criam (João 11:23, 24). Paulo, como fizeram os que “viram” o Nazareno, depois da ressurreição, mesmo sem conhecer que era ele (João 20:14, 15; 21:4, 12; Lucas 24:15, 16), falou em ressurreição de Jesus, embora deixando o levantamento dos demais mortos para o fim dos tempos (1Coríntios 15:22-26).

85)  Jesus disse que o Pai do Céu preocupa-se com as aves e as alimenta (Mateus 6:26), ensino que concorda com as Escrituras do VELHO TESTAMENTO (Jó 38:41; Salmo 147:9). No entanto, Paulo escreveu diferentemente e deturpou o mandamento Divino (Deuteronômio 25:4), ao declarar que o Criador não Se importa nem com os touros (1 Coríntios 9:9, 10); O caráter do Deus de Israel, no tocante a mostrar-se misericórdia e respeito para com outros seres vivos – animais e vegetais – é muito diferente do pensamento de Paulo (Deuteronômio 20:19, 20; 22:6, 7; Levítico 22:28; Provérbios 6:6-11; 12:10).

86)  Paulo afirmou, categoricamente, que era “israelita, da tribo de Benjamin” (Romanos 11:1); que era “hebreu” (2 Coríntios 11:22; Filipenses 3:5); e que era “judeu” (Atos 22:3). No entanto, saiu-se com esta declaração: “Fiz-me judeu para os judeus, para ganhar os judeus” (1 Coríntios 9:20). Ora, ninguém, que já é judeu, “faz-se judeu”, portanto entende-se que Paulo, na verdade NEM ERA JUDEU. Ou é judeu, ou não é. Paulo é muito contraditório, ou fazia coisas que não acreditava, com os votos, inclusive enganando os demais apóstolos, que acreditaram em sua sinceridade (Atos 18:18; 21:18-24).

87)  Quantas pessoas, descendentes de Jacó foram ao Egito? A LEI informa que foram setenta almas (Gênesis 46:27; Êxodo 1:5; Deuteronômio 10:22); o “Novo Testamento”, em Atos 7:14, declara que foram setenta e cinco almas, ACRESCENTANDO mais cinco pessoas desconhecidas.

88)  O discípulo Estevão, cuja aparência “era como o rosto de um anjo” (Atos 6:15), além de inventar as cinco pessoas no número dos hebreus (Atos 7:14; Deuteronômio 10:22), de Israel e da HISTÓRIA – e inventou que Abraão havia comprado o túmulo, para sepultar Sara, em Siquém, no Norte de Israel, e que os vendedores foram os filhos de Emor (Atos 7:15, 16), mas, na verdade, o túmulo está localizado em Hebron, no Sul, e o vendedor foi Efrom, filho de Hete (Gênesis 23:7-20; 50:13).

89)  Deus não mente (Números 23:19). Mesmo concordando com isso (Tito 1:2), o “Novo Testamento” DIZ que Deus pessoalmente faz alguém acreditar na mentira, para ser destruído (2 Tessalonicenses 2:11, 12). Os judeus, no entanto, aprendem que o Eterno não tem prazer sequer na morte do ímpio, não induz o pecador ao erro (Ezequiel 18:23; Salmo 25:8 [9, numa versão traduzida do original]).

90)  A ordem de batizar era “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mateus 28:19, 20); ordem que os discípulos não cumpriram ou não entenderam, pois batizavam apenas em nome de Jesus (Atos 2:38, 8:16, 10:48; 19:5); e segundo historiadores, essa ordem de pai / filho / espírito, NÃO APARECE em manuscritos antigos.

91)  A Lei era um jugo insuportável (Atos 15:5, 10); no entanto, há uma retificação – os mandamentos de Deus não são pesados – 1 João 5:3 (ver Deuteronômio 30:11).

92)  A Nova Aliança, prometida aos judeus – à casa de Israel e à Casa de Judá (Jeremias 31:31) – não admite que alguém ensine a seus irmãos e companheiros (Jeremias 31:34); a Nova Aliança constante do “Novo Testamento”, manda: “Ide e ensinai ...” (Mateus 28:20) ATENÇÃO: pode ser citado aqui o PERIGO de se espalhar uma GRIPE, que por exemplo, poderá ser fatal a quem for abordado por missionários em locais isolados (como aldeias indígenas), podendo se contaminar fatalmente por não apresentarem resistência a um vírus do “homem branco”. A História confirma isso.

93)   O escritor Marcos disse que o Profeta Isaías predisse a vinda do Mensageiro diante do Senhor (Marcos 1:2); que pena, o Marcos errou, pois quem disse isso foi outro Profeta, foi Malaquias (3:1).

94)  Jesus afirma que o sumo sacerdote que o condenou o veria despontar no céu (Marcos.14.62).

95)  O evangelista Mateus (27:9) disse que o Profeta Jeremias profetizou sobre as trinta moedas de prata; realmente uma pena, pois quem predisse isso foi o profeta Zacarias (11:12).

96)  Mateus diz que os principais sacerdotes compraram um campo com as trinta moedas devolvidas por Judas (Mateus 27:5-8); Pedro discorda do relato de Mateus (Atos 1:16-18).

97)  O evangelho de Mateus declara que Judas morreu enforcado (Mateus 27:5); mas Pedro afirma que o traidor jogou-se de cabeça para baixo e se arrebentou, derramando seus intestinos (Atos 1:18).

98)  Quantas vezes uma pessoa morre? De acordo com Hebreus 9:27, está ordenado aos homens morrerem uma só vez; mas, segundo se lê em Apocalipse 20:6; 21:8, ainda existirá uma Segunda morte.

99)  Um dos segmentos cristãos que mais crescem é o pentecostal, que tem escopo no “Dom de línguas”, ou seja, balbuciam sons ininteligíveis, que “só Deus entende” (1 Coríntios 14:2). A origem da crença seria a Festividade de Pentecostes, registrada em Atos 2:1-21. Na ocasião, os discípulos presentes, que teriam recebido o Espírito Santo, falaram, diferentemente do que Paulo escreveu aos Corínthios, línguas humanas de diversas nações (Atos 2:6-11). Mas, a confusão aumenta quando Pedro faz uma pregação para esclarecer que o fenômeno de cada pessoa ouvir os discípulos falarem em suas respectivas línguas fora predito pelo Profeta Joel (Atos 2:14-21). Pedro ERROU, porque o profeta Joel nada disse sobre alguém falar em línguas, sejam conhecidas ou desconhecidas (Joel 3:1, 2, texto antigo; 2:28-32, texto cristão). O MAIS GRAVE, sobre a profecia de Joel ocorreu quando Pedro corta (conforme Atos 2:21) a parte principal de Joel 2:32 (texto cristão), que declara que “no Monte Sião, em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como o Eterno prometera, e entre os sobreviventes, aqueles que o Eterno chamar”. Atualmente, cristãos estudiosos de textos do “NOVO TESTAMENTO” já expuseram Marcos 16:17, que diz que falar em línguas é um dos sinais da fé em Jesus – e estão retirando o texto de Marcos 16:9-20 das Bíblias cristãs. Esse texto induziu os seguidores da seita cristã O Templo do Povo, liderada por Jim Jones, em Jonestown, na Guiana, em novembro de 1978, a cometerem suicídio, bebendo suco de fruta com cianureto – pois Marcos 16:18 afirma que os cristãos não morrem se beberem veneno!

100)  O “Novo Testamento” colide, frontalmente, com a LEI, na questão do nascimento virginal de Jesus, pois o primeiro mandamento da LEI é a procriação (Gênesis 1:28), sendo estranho o processo de gravidez de Maria sem passar por uma NATURAL relação sexual (Mateus 1:18-25), ao passo que o mesmo “Novo Testamento” declara que é “doutrina de demônios” e proibir-se o casamento (1 Timóteo 4:1-3).

101)  O Antigo Testamento ensina que o planeta Terra tem forma arredondada (Isaías 40:22; Jó 26:10). O “Novo Testamento”, por sua vez, mostra o planeta possuindo forma plana, como se de um “monte muito alto” fosse possível ver todos os países e sua glória (Mateus 4:8).

102)  O tema central e referencial do Novo Testamento é o sacrifício humano de Jesus e, além disso, o mesmo Jesus ensinou que quem comesse sua carne e bebesse seu sangue (antropofagia) não morreria jamais (João 6:48-51), no entanto, nos últimos dois mil anos, todos os que comeram da eucaristia ou da "ceia" acreditando estarem comendo a carne bebendo o sangue dele, morreram.

103)  A coisa mais feia e escandalosa do Novo Testamento é a blasfêmia contra o Eterno chamando-o de Satanás. O Eterno congrega as nações para Guerra de Gogue e Magogue (Ezequiel 38:1-5). No entanto João tem uma visão na qual vê Satanás congregando as nações para a Guerra de Gogue e Magogue (Apocalipse 20:1-7). O Eterno, que falou com o Profeta Ezequiel é pois, no Novo Testamento, chamado de Dragão, Serpente e Satanás. Isto é imperdoável.

104)  Por outro lado, Jesus se apresenta à João e diz ser a "Estrela da Manhã" (Apocalipse 22:16). Comparar com Isaías 14:12. Estrela da Manhã, filha da Alva. Em Hebraico: "Hilel ben Shahar". Em Grego "Phosphorós". Em Latim: "Lúcifer Matutinus". Eis aí pois, o deus do cristianismo. 

105) Jesus/Yeshua ensinou a antropofagia dizendo que seus discípulos deveriam comer sua carne e beber seu sangue. Isto é vampirismo!



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